Gestar II - Língua Portuguesa
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
terça-feira, 14 de setembro de 2010
REFERÊNCIA
BRASIL. Ministério da Educação. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretária de Educação Básica. Programa Gestão da
Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 3 – TP3:
Gêneros e tipos textuais, Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 4 – TP4: Leitura e processos de escrita 1. Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 1 – TP1: Linguagem e cultura. Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 2 – TP2: Análise Lingüística e Análise Literária. Brasília, 2008.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. 3. Ed. Brasília, 2001
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
São Paulo:Paz e Terra, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretária de Educação Básica. Programa Gestão da
Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 3 – TP3:
Gêneros e tipos textuais, Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 4 – TP4: Leitura e processos de escrita 1. Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 1 – TP1: Linguagem e cultura. Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 2 – TP2: Análise Lingüística e Análise Literária. Brasília, 2008.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. 3. Ed. Brasília, 2001
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
São Paulo:Paz e Terra, 1996.
ANEXOS
Ante-projeto feito em grupo
Projeto readaptado
Textos usados nas atividades
Retrato de Velho
A Velha Contrabandista
O Patinho Realmente Feio
Os três porquinhos
Chapeuzinho Vermelho
Resumo do livro Cena de Rua
Resumo da obra O Rapto do Garoto de Ouro
Biografia de Monteiro Lobato
Biografia Cecília Meireles
Biografia de Monteiro Lobato
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos
Continuação dos textos A Velha Contrabandista e A Noite em que os Hotéis Estavam Cheios
Textos fazendo alusão - Os Três Porquinhos
Textos fazendo alusão - Chapeuzinho Vermelho
Textos baseados no livro Cena de Rua
Amostra de textos diversos
Poesias
Biografias
Fotos da coordenadora da Direc 21 – Irecê - BA
Fotos da formadora do Gesta II de Língua Portuguesa
Fotos da cursistas nas oficias de Língua Portuguesa
Fotos dos trabalhos da equipe da cursista Lúcia
Fotos dos alunos do Colégio Democrático desenvolvendo as atividades propostas
Fotos da obra Cena de Rua de Ângela Lago
Fotos dos alunos e dos trabalhos da oficina de leitura
Ficha Para avaliação do Portfólio
Ante-projeto feito em grupo
Projeto readaptado
Textos usados nas atividades
Retrato de Velho
A Velha Contrabandista
O Patinho Realmente Feio
Os três porquinhos
Chapeuzinho Vermelho
Resumo do livro Cena de Rua
Resumo da obra O Rapto do Garoto de Ouro
Biografia de Monteiro Lobato
Biografia Cecília Meireles
Biografia de Monteiro Lobato
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos
Continuação dos textos A Velha Contrabandista e A Noite em que os Hotéis Estavam Cheios
Textos fazendo alusão - Os Três Porquinhos
Textos fazendo alusão - Chapeuzinho Vermelho
Textos baseados no livro Cena de Rua
Amostra de textos diversos
Poesias
Biografias
Fotos da coordenadora da Direc 21 – Irecê - BA
Fotos da formadora do Gesta II de Língua Portuguesa
Fotos da cursistas nas oficias de Língua Portuguesa
Fotos dos trabalhos da equipe da cursista Lúcia
Fotos dos alunos do Colégio Democrático desenvolvendo as atividades propostas
Fotos da obra Cena de Rua de Ângela Lago
Fotos dos alunos e dos trabalhos da oficina de leitura
Ficha Para avaliação do Portfólio
CONCLUSÃO
Sempre comunguei com a opinião de que o educador precisa está sempre revendo a sua práxis e adquirindo novos saberes, e uma prova disso é a grande quantidade de cursos que já participei durante esses vinte anos como docente estadual, porém, muitos desses cursos oferecidos pela SEC e/OU IAT, deixavam muito a desejar e na maioria das vezes eu os considerava cansativos e monótonos sem muito aproveitamento para a minha prática. Quando ingressei no programa GESTAR II estava bastante apreensiva, não sabia muito bem como o programa seria ministrado e nem a qualidade do material que fazia parte dos TPs. Mas, minhas apreensões foram sendo sanadas a cada novo encontro.
O Gestar consegue conciliar a teoria e a prática e ainda contava com a colaboração e orientação de nossa formadora Sandra, pessoa bastante competente que nos motivava e esclarecia as dúvidas que iam surgindo. Apresentava sempre algo novo, como, por exemplo, slides, vídeos, músicas, entrevistas, filmes e inúmeras dinâmicas. Diante de tudo isso tornou os encontros do Gestar em algo produtivo e prazeroso.
Logo no primeiro dia do curso, fiquei encantada com o material que ganhamos, mas também preocupada se realmente eu daria conta das minhas atividades como educadora de 40 horas semanais, teria que deslocar mais de 30 quilômetros e ainda realizar as atividades propostas pelo Gestar. À medida que o curso transcorria, constatava que eu não estava enganada quanto a riqueza do material o qual proporcionava aos alunos aulas diferentes, produtivas e mais criativas. A leitura e a escrita sempre juntas durante a realização do avançando na prática proporcionava avanço na aprendizagem dos meus alunos.
Os TPs que eu mais utilizava eram os de número 3 e 6, pois os mesmos abordam assuntos que estamos sempre utilizando em classe como é o exemplo dos diversos gêneros textuais, sequências tipológicas, argumentação e reescrita de textos, além de uma infinidade de textos interessantes para serem explorados durante as aulas.
A cada novo encontro e a cada nova atividade desenvolvida era possível verificar que professor-aluno e formadora estavam em sintonia, num mesmo ritmo. Isso me levou a ter um melhor desempenho. A motivação entre aluno e professor era visível ainda que houvesse pouco tempo para aplicar. A professora Sandra mostrava muita segurança e equilíbrio nos vários encontros que tivemos, ela nos ouvia e depois fazia algumas colocações a respeito das atividades dadas, com o intuito de mostrar a importância da leitura e escrita na vida dos nossos alunos e professores. A proposta inicial das atividades era sempre abrir portas para o aluno no desenvolvimento da criação e produção de textos. Achei interessante a explicação da professora Sandra em relação aos diferentes tipos de gêneros textuais. Em minha opinião foi um dos momentos que mais marcaram as aulas. A sua didática era sempre muito clara, não deixando de salientar o seu carisma que fez dos encontros do GESTAR uma festa de novos saberes, a mesma sempre foi muito clara e criativa na execução de todos os seus trabalhos, propiciava oportunidade para os cursistas falarem das atividades desenvolvidas e era perceptível que a mesma estava sempre preocupada em abrir novas possibilidades de desenvolver trabalhos em sala de aula, e para tanto, contribuía oferecendo uma diversidade de textos e de propostas enriquecedoras sugeridas nos TPs , comprovando que é possível ensinar de maneira prazerosa e criativa.
Enfim, diante de tudo que executei e aprendi pude crescer bastante, mesmo ante as dificuldades enfrentadas. Este é um dos poucos trabalhos em equipe cujo resultado aperfeiçoa a prática particular e cada participante avança individualmente e de forma única, refletindo em diversas escolas e estendendo a muitos educandos, ou seja, todos os professores cursistas participam de um mesmo trabalho e cada um trilha por uma escola diferente, trabalham com alunos distintos e colhem frutos iguais - uma prática pedagógica mais elaborada e uma mudança de olhar bastante expressiva.
Sempre comunguei com a opinião de que o educador precisa está sempre revendo a sua práxis e adquirindo novos saberes, e uma prova disso é a grande quantidade de cursos que já participei durante esses vinte anos como docente estadual, porém, muitos desses cursos oferecidos pela SEC e/OU IAT, deixavam muito a desejar e na maioria das vezes eu os considerava cansativos e monótonos sem muito aproveitamento para a minha prática. Quando ingressei no programa GESTAR II estava bastante apreensiva, não sabia muito bem como o programa seria ministrado e nem a qualidade do material que fazia parte dos TPs. Mas, minhas apreensões foram sendo sanadas a cada novo encontro.
O Gestar consegue conciliar a teoria e a prática e ainda contava com a colaboração e orientação de nossa formadora Sandra, pessoa bastante competente que nos motivava e esclarecia as dúvidas que iam surgindo. Apresentava sempre algo novo, como, por exemplo, slides, vídeos, músicas, entrevistas, filmes e inúmeras dinâmicas. Diante de tudo isso tornou os encontros do Gestar em algo produtivo e prazeroso.
Logo no primeiro dia do curso, fiquei encantada com o material que ganhamos, mas também preocupada se realmente eu daria conta das minhas atividades como educadora de 40 horas semanais, teria que deslocar mais de 30 quilômetros e ainda realizar as atividades propostas pelo Gestar. À medida que o curso transcorria, constatava que eu não estava enganada quanto a riqueza do material o qual proporcionava aos alunos aulas diferentes, produtivas e mais criativas. A leitura e a escrita sempre juntas durante a realização do avançando na prática proporcionava avanço na aprendizagem dos meus alunos.
Os TPs que eu mais utilizava eram os de número 3 e 6, pois os mesmos abordam assuntos que estamos sempre utilizando em classe como é o exemplo dos diversos gêneros textuais, sequências tipológicas, argumentação e reescrita de textos, além de uma infinidade de textos interessantes para serem explorados durante as aulas.
A cada novo encontro e a cada nova atividade desenvolvida era possível verificar que professor-aluno e formadora estavam em sintonia, num mesmo ritmo. Isso me levou a ter um melhor desempenho. A motivação entre aluno e professor era visível ainda que houvesse pouco tempo para aplicar. A professora Sandra mostrava muita segurança e equilíbrio nos vários encontros que tivemos, ela nos ouvia e depois fazia algumas colocações a respeito das atividades dadas, com o intuito de mostrar a importância da leitura e escrita na vida dos nossos alunos e professores. A proposta inicial das atividades era sempre abrir portas para o aluno no desenvolvimento da criação e produção de textos. Achei interessante a explicação da professora Sandra em relação aos diferentes tipos de gêneros textuais. Em minha opinião foi um dos momentos que mais marcaram as aulas. A sua didática era sempre muito clara, não deixando de salientar o seu carisma que fez dos encontros do GESTAR uma festa de novos saberes, a mesma sempre foi muito clara e criativa na execução de todos os seus trabalhos, propiciava oportunidade para os cursistas falarem das atividades desenvolvidas e era perceptível que a mesma estava sempre preocupada em abrir novas possibilidades de desenvolver trabalhos em sala de aula, e para tanto, contribuía oferecendo uma diversidade de textos e de propostas enriquecedoras sugeridas nos TPs , comprovando que é possível ensinar de maneira prazerosa e criativa.
Enfim, diante de tudo que executei e aprendi pude crescer bastante, mesmo ante as dificuldades enfrentadas. Este é um dos poucos trabalhos em equipe cujo resultado aperfeiçoa a prática particular e cada participante avança individualmente e de forma única, refletindo em diversas escolas e estendendo a muitos educandos, ou seja, todos os professores cursistas participam de um mesmo trabalho e cada um trilha por uma escola diferente, trabalham com alunos distintos e colhem frutos iguais - uma prática pedagógica mais elaborada e uma mudança de olhar bastante expressiva.
RELATO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE UMA OFICINA REALIZADA ANTES DO CURSO GESTAR, PORÉM BASEADA NO MATERIAL DO PROGRAMA
Este trabalho foi realizado antes do inicio dos estudos do Gestar, estava terminando o Curso de Letras pela UNEB quando a professora Rúbia Mara, professora de Práticas Pedagógica, propôs a realização de uma oficina, a escola em que eu trabalho há mais de quinze anos havia recebido uma coleção de módulos do Gestar, eu estava conhecendo o material quando encontrei a atividade do TP4, avançando na prática páginas 124 e 142, foi a partir deste momento que iniciei o planejamento das atividades baseadas nas sugestões das páginas citadas.
Aproveitei para relatar esta atividade, com o objetivo de mostrar o quanto os módulos do Gestar são geradores de sugestões para serem trabalhadas em sala de aula.
O condutor principal da oficina foi o livro UM SONHO NO CAROÇO DE ABACATE, OBRA DE MOACYR SCLIAR, esta obra foi escolhida por tratar de dois temas que precisam ser trabalhados de forma diferenciada, preconceito racial e preconceito religioso, proporcionando oportunidades de incentivar o hábito da leitura.
Após a apresentação do projeto e do clássico da literatura infanto-juvenil como condutor de trabalhos a direção da UEE. A oficina seguiu as seguintes etapas: inscrição dos alunos interessados a participarem da oficina, apresentação do projeto; entrega dos módulos com o livro devidamente scaneado por mim.
No primeiro momento houve uma leitura compartilhada da história, em seguida os alunos são instigados a comentar e produzir suas próprias versões, desenvolvendo assim a reflexão e gerando maior aproveitamento.
A história foi recontada pelos alunos de forma inovadora, agradável e informal, um aluno iniciava e o outro dava continuidade, uma espécie de mesa redonda, hora ou outra eu intervinha e aproveitava para fazer questionamentos que permitia uma maior interação entre as partes envolvidas – alunos e professora.
Durante o reconto oral os alunos emitiram alguns pareceres a respeito da obra, o que ficou visível a compreensão global da obra a cerca dos temas, visto que o livro integra diversas questões sociais.
Os alunos fizeram a descrição das personagens e ilustração da obra utilizando revistas. Questionei sobre o desfecho do clássico trabalhado com o objetivo de verificar se houve compreensão por parte dos leitores participantes, foi possível perceber pelos relatos que os alunos entenderam o enredo.
Cumprida essa parte, realizei o compartilhamento das interpretações dos alunos, retomando as hipóteses iniciais a fim de comprová-las ou refutá-las. Este foi o momento em que foi possível perceber que as impressões iniciais foram amadurecidas ao longo de todo o processo do desenvolvimento da oficina.
Relembramos e discutimos sobre o enredo da obra de modo que as ideias e os temas discutidos até então possam ser aproveitadas por todos nas considerações finais sobre a obra lida, e ao mesmo tempo servir como fonte de aprendizagem para quebra de barreiras sobre os temas tratados.
Organizamos uma exposição com os trabalhos produzidos na oficina o que gerou um lugar de permanente visita por parte dos outros alunos da UEE.
Para finalizar realizei a dinâmica dos balões, onde cada componente recebeu um balão para depositar tudo o que conseguiu aprender durante a realização da oficina. Em seguida cada um tentou pegar o que o colega depositou no balão, ou seja, estourando os balões com o objetivo de aspirar conhecimentos depositados pelos colegas.
Acredito que a atividade tenha sido proveitosa, visto a participação dos alunos e o desempenho dos mesmos, está é uma das obras mais citadas pelos alunos que participaram da oficina, o que demarca que a atividade gerou frutos. Escrito por Prof. Lúcia às 17h31[(0) Comente] [envie esta mensagem] [link]
dataPost = "";
if (dataPost != "") {document.write("");}
else {document.write("");
}
RELATO DA EFETIVAÇÃO DE ALGUMAS ATIVIDADES DO PROJETO DE LEITURA
Realizei o projeto contos, poesias e encantos para viabilizar o incentivo a leitura e a produção escrita. O mesmo contou com a participação de todos os meus alunos da oitava série e dos primeiros anos do Ensino Médio do turno noturno. Neste projeto os alunos foram desafiados na sua capacidade de fantasia, imaginação e criatividade a produzirem diversos textos. Inicialmente falei do projeto: sobre as etapas que seriam desenvolvidas nas referidas turmas, percebi que alguns alunos ficaram entusiasmados em lerem uma obra literária, outros nem tanto, aproveitei para externar a importância da leitura e falei que o projeto não seria uma camisa de força, somente iria participar das atividades os alunos que estivessem interessados, falei como iria ser o trabalho e as avaliações referentes ao mesmo e que os alunos que não estivessem participando das atividades avaliativas do projeto seriam avaliados de outra forma.
Fui à biblioteca da UEE e selecionei algumas obras literárias e levei para a sala de aula, fiz uma exposição de todos os livros e convidei os alunos para apreciá-los e escolher aquele que mais lhe agradasse. Este foi um momento interessante, hora de os alunos conhecerem a obra e a professora conhecer os leitores, visto que os alunos escolhiam os seus livros pelos mais variados motivos, desde a espessura do livro até as ilustrações, poucos levavam em conta o resumo da obra.
Pedi que os alunos levassem os livros para casa e lessem para uma futura apresentação em dia determinado, após o prazo estipulado iniciaram as apresentações individuais cada dia quatro alunos faziam o resumo oral da obra que havia lido, excelentes apresentações foram surgindo, e alguns alunos interessavam pela obra que o colega estava apresentando.
Algumas obras se destacaram diante do desempenho do aluno responsável pela obra apresentada, dentre elas vale ressaltar: Detetive Fora de Série de José Louzeiro, Uma Pequena Luz na Escuridão de Gilberto Martins, BGA - O Bom Gigante Amigo de Roald Dahl e O Menino no Espelho de Fernando Sabino, na verdade pode-se afirmar que os alunos responsáveis por essas obras deram um “Show”, quem não conhecia a obra ficou conhecendo através do relatooral e do entusiasmo ao falar do enredo.
Em um determinado momento recebemos a visita do vice-diretor da escola que ficou assistindo as apresentações da turma do primeiro ano H e fez elogios o que serviu como um incentivo, esta turma é uma turma especial, composta por uma maioria de alunos adultos que frequentaram EJA e sentem inibidos para apresentações orais, então esta foi uma oportunidade única, após as apresentações alguns alunos falaram como o trabalho havia sido importante para o crescimento da turma.
Contemplando mais uma etapa do projeto foi desenvolvido em sala de aula uma interessante atividade, cada aluno recebia um texto com inicio e desenvolvimento para criarem o final, aproveitei algumas sugestões que vieram para ser trabalhado com o TAL – Tempos de Arte Literária e apliquei no projeto, renderam ótimas produções como pode ser comprovado com os textos em anexo.
Após o encerramento destas atividades trabalhei com poemas e poesias, falamos da diferença entre estes termos e de acordo com o nosso livro didático realizamos a leitura de algumas poesias, após o momento da parte teórica, partimos para a prática, cada aluno produziu o seu texto poético
Os objetivos foram alcançados de forma positiva. No final do projeto realizamos uma exposição e apresentação das produções dos alunos e começamos a seleção da poesia para apresentação no TAL (tempo de Artes Literária) projeto incentivado pela SEC . Os alunos se empenharam bastante, realizaram todas as atividades propostas, participaram ativamente das produções o que resultou em belos trabalhos. Este projeto foi interessante para oportunizar novas aprendizagens e pontuar as deficiências referentes à escrita, solicitando um replanejamento de atividades que contemple e sane as dificuldades em relação a: estruturação de textos (silueta), pontuação, uso de letras maiúsculas e minúscula, ortografia e importância dos conectivos para compreensão do texto escrito.
Este trabalho foi realizado antes do inicio dos estudos do Gestar, estava terminando o Curso de Letras pela UNEB quando a professora Rúbia Mara, professora de Práticas Pedagógica, propôs a realização de uma oficina, a escola em que eu trabalho há mais de quinze anos havia recebido uma coleção de módulos do Gestar, eu estava conhecendo o material quando encontrei a atividade do TP4, avançando na prática páginas 124 e 142, foi a partir deste momento que iniciei o planejamento das atividades baseadas nas sugestões das páginas citadas.
Aproveitei para relatar esta atividade, com o objetivo de mostrar o quanto os módulos do Gestar são geradores de sugestões para serem trabalhadas em sala de aula.
O condutor principal da oficina foi o livro UM SONHO NO CAROÇO DE ABACATE, OBRA DE MOACYR SCLIAR, esta obra foi escolhida por tratar de dois temas que precisam ser trabalhados de forma diferenciada, preconceito racial e preconceito religioso, proporcionando oportunidades de incentivar o hábito da leitura.
Após a apresentação do projeto e do clássico da literatura infanto-juvenil como condutor de trabalhos a direção da UEE. A oficina seguiu as seguintes etapas: inscrição dos alunos interessados a participarem da oficina, apresentação do projeto; entrega dos módulos com o livro devidamente scaneado por mim.
No primeiro momento houve uma leitura compartilhada da história, em seguida os alunos são instigados a comentar e produzir suas próprias versões, desenvolvendo assim a reflexão e gerando maior aproveitamento.
A história foi recontada pelos alunos de forma inovadora, agradável e informal, um aluno iniciava e o outro dava continuidade, uma espécie de mesa redonda, hora ou outra eu intervinha e aproveitava para fazer questionamentos que permitia uma maior interação entre as partes envolvidas – alunos e professora.
Durante o reconto oral os alunos emitiram alguns pareceres a respeito da obra, o que ficou visível a compreensão global da obra a cerca dos temas, visto que o livro integra diversas questões sociais.
Os alunos fizeram a descrição das personagens e ilustração da obra utilizando revistas. Questionei sobre o desfecho do clássico trabalhado com o objetivo de verificar se houve compreensão por parte dos leitores participantes, foi possível perceber pelos relatos que os alunos entenderam o enredo.
Cumprida essa parte, realizei o compartilhamento das interpretações dos alunos, retomando as hipóteses iniciais a fim de comprová-las ou refutá-las. Este foi o momento em que foi possível perceber que as impressões iniciais foram amadurecidas ao longo de todo o processo do desenvolvimento da oficina.
Relembramos e discutimos sobre o enredo da obra de modo que as ideias e os temas discutidos até então possam ser aproveitadas por todos nas considerações finais sobre a obra lida, e ao mesmo tempo servir como fonte de aprendizagem para quebra de barreiras sobre os temas tratados.
Organizamos uma exposição com os trabalhos produzidos na oficina o que gerou um lugar de permanente visita por parte dos outros alunos da UEE.
Para finalizar realizei a dinâmica dos balões, onde cada componente recebeu um balão para depositar tudo o que conseguiu aprender durante a realização da oficina. Em seguida cada um tentou pegar o que o colega depositou no balão, ou seja, estourando os balões com o objetivo de aspirar conhecimentos depositados pelos colegas.
Acredito que a atividade tenha sido proveitosa, visto a participação dos alunos e o desempenho dos mesmos, está é uma das obras mais citadas pelos alunos que participaram da oficina, o que demarca que a atividade gerou frutos. Escrito por Prof. Lúcia às 17h31[(0) Comente] [envie esta mensagem] [link]
dataPost = "";
if (dataPost != "") {document.write("");}
else {document.write("");
}
RELATO DA EFETIVAÇÃO DE ALGUMAS ATIVIDADES DO PROJETO DE LEITURA
Realizei o projeto contos, poesias e encantos para viabilizar o incentivo a leitura e a produção escrita. O mesmo contou com a participação de todos os meus alunos da oitava série e dos primeiros anos do Ensino Médio do turno noturno. Neste projeto os alunos foram desafiados na sua capacidade de fantasia, imaginação e criatividade a produzirem diversos textos. Inicialmente falei do projeto: sobre as etapas que seriam desenvolvidas nas referidas turmas, percebi que alguns alunos ficaram entusiasmados em lerem uma obra literária, outros nem tanto, aproveitei para externar a importância da leitura e falei que o projeto não seria uma camisa de força, somente iria participar das atividades os alunos que estivessem interessados, falei como iria ser o trabalho e as avaliações referentes ao mesmo e que os alunos que não estivessem participando das atividades avaliativas do projeto seriam avaliados de outra forma.
Fui à biblioteca da UEE e selecionei algumas obras literárias e levei para a sala de aula, fiz uma exposição de todos os livros e convidei os alunos para apreciá-los e escolher aquele que mais lhe agradasse. Este foi um momento interessante, hora de os alunos conhecerem a obra e a professora conhecer os leitores, visto que os alunos escolhiam os seus livros pelos mais variados motivos, desde a espessura do livro até as ilustrações, poucos levavam em conta o resumo da obra.
Pedi que os alunos levassem os livros para casa e lessem para uma futura apresentação em dia determinado, após o prazo estipulado iniciaram as apresentações individuais cada dia quatro alunos faziam o resumo oral da obra que havia lido, excelentes apresentações foram surgindo, e alguns alunos interessavam pela obra que o colega estava apresentando.
Algumas obras se destacaram diante do desempenho do aluno responsável pela obra apresentada, dentre elas vale ressaltar: Detetive Fora de Série de José Louzeiro, Uma Pequena Luz na Escuridão de Gilberto Martins, BGA - O Bom Gigante Amigo de Roald Dahl e O Menino no Espelho de Fernando Sabino, na verdade pode-se afirmar que os alunos responsáveis por essas obras deram um “Show”, quem não conhecia a obra ficou conhecendo através do relatooral e do entusiasmo ao falar do enredo.
Em um determinado momento recebemos a visita do vice-diretor da escola que ficou assistindo as apresentações da turma do primeiro ano H e fez elogios o que serviu como um incentivo, esta turma é uma turma especial, composta por uma maioria de alunos adultos que frequentaram EJA e sentem inibidos para apresentações orais, então esta foi uma oportunidade única, após as apresentações alguns alunos falaram como o trabalho havia sido importante para o crescimento da turma.
Contemplando mais uma etapa do projeto foi desenvolvido em sala de aula uma interessante atividade, cada aluno recebia um texto com inicio e desenvolvimento para criarem o final, aproveitei algumas sugestões que vieram para ser trabalhado com o TAL – Tempos de Arte Literária e apliquei no projeto, renderam ótimas produções como pode ser comprovado com os textos em anexo.
Após o encerramento destas atividades trabalhei com poemas e poesias, falamos da diferença entre estes termos e de acordo com o nosso livro didático realizamos a leitura de algumas poesias, após o momento da parte teórica, partimos para a prática, cada aluno produziu o seu texto poético
Os objetivos foram alcançados de forma positiva. No final do projeto realizamos uma exposição e apresentação das produções dos alunos e começamos a seleção da poesia para apresentação no TAL (tempo de Artes Literária) projeto incentivado pela SEC . Os alunos se empenharam bastante, realizaram todas as atividades propostas, participaram ativamente das produções o que resultou em belos trabalhos. Este projeto foi interessante para oportunizar novas aprendizagens e pontuar as deficiências referentes à escrita, solicitando um replanejamento de atividades que contemple e sane as dificuldades em relação a: estruturação de textos (silueta), pontuação, uso de letras maiúsculas e minúscula, ortografia e importância dos conectivos para compreensão do texto escrito.
Avançando na prática VI
Selecionei a atividade I, da Seção I (TP3 – página 25) - produção de biografia na 3ª pessoa - do Avançando na prática. O trabalho foi realizado com os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Democrático de Ibititá.
Iniciei a atividade fazendo uma rápida apresentação do trabalho que seria desenvolvido durante o ano, explique os porquês desse trabalho e pedi a colaboração de todos. Aproveitando que o ano estava iniciando e que esta atividade seria uma oportunidade para conhecer melhor os alunos, optei pela mesma.
Fizemos uma leitura compartilhada das biografias de Monteiro Lobato e Cecília Meireles, em seguida fiz um breve comentário sobre as informações ali contidas.
Os alunos mostraram-se interessados, para iniciar o trabalho, expliquei para a turma o sentido da palavra biografia, dividi a turma em grupos (cinco alunos em cada) e cada grupo recebeu uma biografia para ser lida, discutida e apresentada aos demais grupos. Durante as apresentações foi possível perceber que a biografia de Monteiro Lobato foi a que mais se destacou, despertando o interesse e diversas perguntas foram feitas. Aproveitei o momento para saber o porquê do interesse e muitos alunos relataram o Sítio do Pica-Pau Amarelo como obra favorita quando eram crianças. Minhas suspeitas confirmaram, pois escolhi este autor para fazer parte do estudo justamente porque em outro trabalho havia sido muito citado como o autor que de histórias infantis.Depois das apresentações solicitei a cada aluno a produção da própria biografia, falei que levassem em conta alguns elementos solicitados em uma biografia, como por exemplo, o uso da 3ª pessoa, sequência cronológica e verbos empregados no pretérito.
A atividade foi oportuna e trouxe novos conhecimentos, alguns alunos ainda achavam que biografia era somente para pessoas “famosas”, alguns alunos alegaram não ter coisas importantes para relatar. Aproveitei o momento para explicar que cada um tem sempre algo a ser contado e que ninguém é uma página em branco, então sugeri que escrevessem de forma sucinta algumas informações sobre seu nascimento, seus pais, irmãos, onde estudou antes de vir para o Democrático, e que poderia relatar algo que tenha marcado a sua vida, a partir deste momento foram surgindo diversas ideias e as produções biográficas aflorando. Observei que em alguns momentos um aluno ajudava o outro e citava informações que poderiam ser acrescentadas nas produções, considero o resultado satisfatório.
AVANÇOS NA PRÁTICA
Durante a realização dos estudos e execução das atividades do GESTAR II, foi possível verificar alguns avanços tanto em minha prática em sala de aula como nas atitudes dos alunos, isso aconteceu em virtude da grande quantidade de textos e da enorme variedade de textos que os TPs trazem como sugestão de atividades. Os trabalhos desenvolvidos em sala de aula com poemas, crônicas, entrevistas, memórias, propagandas, músicas, contos, artigo de opinião dentre outros, despertam mais o interesse dos alunos pela leitura, aprimorando seus conhecimentos, melhorando a linguagem oral e escrita na construção do seu próprio saber e ainda subsidia o educador.
Nessa visão, se torna possível formar comportamentos leitores nos discentes. O hábito da leitura não é uma realidade na vida dos alunos, visto sua aversão aos textos. A viabilização desse projeto subsidiará a prática pedagógica dos professores envolvidos no projeto, possibilitando um ensino-aprendizagem que desenvolva as capacidades criativas, investigativa, crítica, de leitura e escrita dos alunos e dos professores.
Desta forma, o GESTAR vem contribuindo muito com as abordagens sobre linguagem oral e escrita, visto que o mesmo lança mão de diversas tipologias textuais e desenvolve suas atividades sempre voltadas para a prática em sala de aula, no Gestar nada é descontextualizado.
Selecionei a atividade I, da Seção I (TP3 – página 25) - produção de biografia na 3ª pessoa - do Avançando na prática. O trabalho foi realizado com os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Democrático de Ibititá.
Iniciei a atividade fazendo uma rápida apresentação do trabalho que seria desenvolvido durante o ano, explique os porquês desse trabalho e pedi a colaboração de todos. Aproveitando que o ano estava iniciando e que esta atividade seria uma oportunidade para conhecer melhor os alunos, optei pela mesma.
Fizemos uma leitura compartilhada das biografias de Monteiro Lobato e Cecília Meireles, em seguida fiz um breve comentário sobre as informações ali contidas.
Os alunos mostraram-se interessados, para iniciar o trabalho, expliquei para a turma o sentido da palavra biografia, dividi a turma em grupos (cinco alunos em cada) e cada grupo recebeu uma biografia para ser lida, discutida e apresentada aos demais grupos. Durante as apresentações foi possível perceber que a biografia de Monteiro Lobato foi a que mais se destacou, despertando o interesse e diversas perguntas foram feitas. Aproveitei o momento para saber o porquê do interesse e muitos alunos relataram o Sítio do Pica-Pau Amarelo como obra favorita quando eram crianças. Minhas suspeitas confirmaram, pois escolhi este autor para fazer parte do estudo justamente porque em outro trabalho havia sido muito citado como o autor que de histórias infantis.Depois das apresentações solicitei a cada aluno a produção da própria biografia, falei que levassem em conta alguns elementos solicitados em uma biografia, como por exemplo, o uso da 3ª pessoa, sequência cronológica e verbos empregados no pretérito.
A atividade foi oportuna e trouxe novos conhecimentos, alguns alunos ainda achavam que biografia era somente para pessoas “famosas”, alguns alunos alegaram não ter coisas importantes para relatar. Aproveitei o momento para explicar que cada um tem sempre algo a ser contado e que ninguém é uma página em branco, então sugeri que escrevessem de forma sucinta algumas informações sobre seu nascimento, seus pais, irmãos, onde estudou antes de vir para o Democrático, e que poderia relatar algo que tenha marcado a sua vida, a partir deste momento foram surgindo diversas ideias e as produções biográficas aflorando. Observei que em alguns momentos um aluno ajudava o outro e citava informações que poderiam ser acrescentadas nas produções, considero o resultado satisfatório.
AVANÇOS NA PRÁTICA
Durante a realização dos estudos e execução das atividades do GESTAR II, foi possível verificar alguns avanços tanto em minha prática em sala de aula como nas atitudes dos alunos, isso aconteceu em virtude da grande quantidade de textos e da enorme variedade de textos que os TPs trazem como sugestão de atividades. Os trabalhos desenvolvidos em sala de aula com poemas, crônicas, entrevistas, memórias, propagandas, músicas, contos, artigo de opinião dentre outros, despertam mais o interesse dos alunos pela leitura, aprimorando seus conhecimentos, melhorando a linguagem oral e escrita na construção do seu próprio saber e ainda subsidia o educador.
Nessa visão, se torna possível formar comportamentos leitores nos discentes. O hábito da leitura não é uma realidade na vida dos alunos, visto sua aversão aos textos. A viabilização desse projeto subsidiará a prática pedagógica dos professores envolvidos no projeto, possibilitando um ensino-aprendizagem que desenvolva as capacidades criativas, investigativa, crítica, de leitura e escrita dos alunos e dos professores.
Desta forma, o GESTAR vem contribuindo muito com as abordagens sobre linguagem oral e escrita, visto que o mesmo lança mão de diversas tipologias textuais e desenvolve suas atividades sempre voltadas para a prática em sala de aula, no Gestar nada é descontextualizado.
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