terça-feira, 14 de setembro de 2010
REFERÊNCIA
BRASIL. Ministério da Educação. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretária de Educação Básica. Programa Gestão da
Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 3 – TP3:
Gêneros e tipos textuais, Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 4 – TP4: Leitura e processos de escrita 1. Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 1 – TP1: Linguagem e cultura. Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 2 – TP2: Análise Lingüística e Análise Literária. Brasília, 2008.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. 3. Ed. Brasília, 2001
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
São Paulo:Paz e Terra, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretária de Educação Básica. Programa Gestão da
Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 3 – TP3:
Gêneros e tipos textuais, Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 4 – TP4: Leitura e processos de escrita 1. Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 1 – TP1: Linguagem e cultura. Brasília, 2008.
_______. Programa Gestão da Aprendizagem – GESTAR II. Língua Portuguesa. Caderno de Teoria e Prática 2 – TP2: Análise Lingüística e Análise Literária. Brasília, 2008.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. 3. Ed. Brasília, 2001
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
São Paulo:Paz e Terra, 1996.
ANEXOS
Ante-projeto feito em grupo
Projeto readaptado
Textos usados nas atividades
Retrato de Velho
A Velha Contrabandista
O Patinho Realmente Feio
Os três porquinhos
Chapeuzinho Vermelho
Resumo do livro Cena de Rua
Resumo da obra O Rapto do Garoto de Ouro
Biografia de Monteiro Lobato
Biografia Cecília Meireles
Biografia de Monteiro Lobato
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos
Continuação dos textos A Velha Contrabandista e A Noite em que os Hotéis Estavam Cheios
Textos fazendo alusão - Os Três Porquinhos
Textos fazendo alusão - Chapeuzinho Vermelho
Textos baseados no livro Cena de Rua
Amostra de textos diversos
Poesias
Biografias
Fotos da coordenadora da Direc 21 – Irecê - BA
Fotos da formadora do Gesta II de Língua Portuguesa
Fotos da cursistas nas oficias de Língua Portuguesa
Fotos dos trabalhos da equipe da cursista Lúcia
Fotos dos alunos do Colégio Democrático desenvolvendo as atividades propostas
Fotos da obra Cena de Rua de Ângela Lago
Fotos dos alunos e dos trabalhos da oficina de leitura
Ficha Para avaliação do Portfólio
Ante-projeto feito em grupo
Projeto readaptado
Textos usados nas atividades
Retrato de Velho
A Velha Contrabandista
O Patinho Realmente Feio
Os três porquinhos
Chapeuzinho Vermelho
Resumo do livro Cena de Rua
Resumo da obra O Rapto do Garoto de Ouro
Biografia de Monteiro Lobato
Biografia Cecília Meireles
Biografia de Monteiro Lobato
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos
Continuação dos textos A Velha Contrabandista e A Noite em que os Hotéis Estavam Cheios
Textos fazendo alusão - Os Três Porquinhos
Textos fazendo alusão - Chapeuzinho Vermelho
Textos baseados no livro Cena de Rua
Amostra de textos diversos
Poesias
Biografias
Fotos da coordenadora da Direc 21 – Irecê - BA
Fotos da formadora do Gesta II de Língua Portuguesa
Fotos da cursistas nas oficias de Língua Portuguesa
Fotos dos trabalhos da equipe da cursista Lúcia
Fotos dos alunos do Colégio Democrático desenvolvendo as atividades propostas
Fotos da obra Cena de Rua de Ângela Lago
Fotos dos alunos e dos trabalhos da oficina de leitura
Ficha Para avaliação do Portfólio
CONCLUSÃO
Sempre comunguei com a opinião de que o educador precisa está sempre revendo a sua práxis e adquirindo novos saberes, e uma prova disso é a grande quantidade de cursos que já participei durante esses vinte anos como docente estadual, porém, muitos desses cursos oferecidos pela SEC e/OU IAT, deixavam muito a desejar e na maioria das vezes eu os considerava cansativos e monótonos sem muito aproveitamento para a minha prática. Quando ingressei no programa GESTAR II estava bastante apreensiva, não sabia muito bem como o programa seria ministrado e nem a qualidade do material que fazia parte dos TPs. Mas, minhas apreensões foram sendo sanadas a cada novo encontro.
O Gestar consegue conciliar a teoria e a prática e ainda contava com a colaboração e orientação de nossa formadora Sandra, pessoa bastante competente que nos motivava e esclarecia as dúvidas que iam surgindo. Apresentava sempre algo novo, como, por exemplo, slides, vídeos, músicas, entrevistas, filmes e inúmeras dinâmicas. Diante de tudo isso tornou os encontros do Gestar em algo produtivo e prazeroso.
Logo no primeiro dia do curso, fiquei encantada com o material que ganhamos, mas também preocupada se realmente eu daria conta das minhas atividades como educadora de 40 horas semanais, teria que deslocar mais de 30 quilômetros e ainda realizar as atividades propostas pelo Gestar. À medida que o curso transcorria, constatava que eu não estava enganada quanto a riqueza do material o qual proporcionava aos alunos aulas diferentes, produtivas e mais criativas. A leitura e a escrita sempre juntas durante a realização do avançando na prática proporcionava avanço na aprendizagem dos meus alunos.
Os TPs que eu mais utilizava eram os de número 3 e 6, pois os mesmos abordam assuntos que estamos sempre utilizando em classe como é o exemplo dos diversos gêneros textuais, sequências tipológicas, argumentação e reescrita de textos, além de uma infinidade de textos interessantes para serem explorados durante as aulas.
A cada novo encontro e a cada nova atividade desenvolvida era possível verificar que professor-aluno e formadora estavam em sintonia, num mesmo ritmo. Isso me levou a ter um melhor desempenho. A motivação entre aluno e professor era visível ainda que houvesse pouco tempo para aplicar. A professora Sandra mostrava muita segurança e equilíbrio nos vários encontros que tivemos, ela nos ouvia e depois fazia algumas colocações a respeito das atividades dadas, com o intuito de mostrar a importância da leitura e escrita na vida dos nossos alunos e professores. A proposta inicial das atividades era sempre abrir portas para o aluno no desenvolvimento da criação e produção de textos. Achei interessante a explicação da professora Sandra em relação aos diferentes tipos de gêneros textuais. Em minha opinião foi um dos momentos que mais marcaram as aulas. A sua didática era sempre muito clara, não deixando de salientar o seu carisma que fez dos encontros do GESTAR uma festa de novos saberes, a mesma sempre foi muito clara e criativa na execução de todos os seus trabalhos, propiciava oportunidade para os cursistas falarem das atividades desenvolvidas e era perceptível que a mesma estava sempre preocupada em abrir novas possibilidades de desenvolver trabalhos em sala de aula, e para tanto, contribuía oferecendo uma diversidade de textos e de propostas enriquecedoras sugeridas nos TPs , comprovando que é possível ensinar de maneira prazerosa e criativa.
Enfim, diante de tudo que executei e aprendi pude crescer bastante, mesmo ante as dificuldades enfrentadas. Este é um dos poucos trabalhos em equipe cujo resultado aperfeiçoa a prática particular e cada participante avança individualmente e de forma única, refletindo em diversas escolas e estendendo a muitos educandos, ou seja, todos os professores cursistas participam de um mesmo trabalho e cada um trilha por uma escola diferente, trabalham com alunos distintos e colhem frutos iguais - uma prática pedagógica mais elaborada e uma mudança de olhar bastante expressiva.
Sempre comunguei com a opinião de que o educador precisa está sempre revendo a sua práxis e adquirindo novos saberes, e uma prova disso é a grande quantidade de cursos que já participei durante esses vinte anos como docente estadual, porém, muitos desses cursos oferecidos pela SEC e/OU IAT, deixavam muito a desejar e na maioria das vezes eu os considerava cansativos e monótonos sem muito aproveitamento para a minha prática. Quando ingressei no programa GESTAR II estava bastante apreensiva, não sabia muito bem como o programa seria ministrado e nem a qualidade do material que fazia parte dos TPs. Mas, minhas apreensões foram sendo sanadas a cada novo encontro.
O Gestar consegue conciliar a teoria e a prática e ainda contava com a colaboração e orientação de nossa formadora Sandra, pessoa bastante competente que nos motivava e esclarecia as dúvidas que iam surgindo. Apresentava sempre algo novo, como, por exemplo, slides, vídeos, músicas, entrevistas, filmes e inúmeras dinâmicas. Diante de tudo isso tornou os encontros do Gestar em algo produtivo e prazeroso.
Logo no primeiro dia do curso, fiquei encantada com o material que ganhamos, mas também preocupada se realmente eu daria conta das minhas atividades como educadora de 40 horas semanais, teria que deslocar mais de 30 quilômetros e ainda realizar as atividades propostas pelo Gestar. À medida que o curso transcorria, constatava que eu não estava enganada quanto a riqueza do material o qual proporcionava aos alunos aulas diferentes, produtivas e mais criativas. A leitura e a escrita sempre juntas durante a realização do avançando na prática proporcionava avanço na aprendizagem dos meus alunos.
Os TPs que eu mais utilizava eram os de número 3 e 6, pois os mesmos abordam assuntos que estamos sempre utilizando em classe como é o exemplo dos diversos gêneros textuais, sequências tipológicas, argumentação e reescrita de textos, além de uma infinidade de textos interessantes para serem explorados durante as aulas.
A cada novo encontro e a cada nova atividade desenvolvida era possível verificar que professor-aluno e formadora estavam em sintonia, num mesmo ritmo. Isso me levou a ter um melhor desempenho. A motivação entre aluno e professor era visível ainda que houvesse pouco tempo para aplicar. A professora Sandra mostrava muita segurança e equilíbrio nos vários encontros que tivemos, ela nos ouvia e depois fazia algumas colocações a respeito das atividades dadas, com o intuito de mostrar a importância da leitura e escrita na vida dos nossos alunos e professores. A proposta inicial das atividades era sempre abrir portas para o aluno no desenvolvimento da criação e produção de textos. Achei interessante a explicação da professora Sandra em relação aos diferentes tipos de gêneros textuais. Em minha opinião foi um dos momentos que mais marcaram as aulas. A sua didática era sempre muito clara, não deixando de salientar o seu carisma que fez dos encontros do GESTAR uma festa de novos saberes, a mesma sempre foi muito clara e criativa na execução de todos os seus trabalhos, propiciava oportunidade para os cursistas falarem das atividades desenvolvidas e era perceptível que a mesma estava sempre preocupada em abrir novas possibilidades de desenvolver trabalhos em sala de aula, e para tanto, contribuía oferecendo uma diversidade de textos e de propostas enriquecedoras sugeridas nos TPs , comprovando que é possível ensinar de maneira prazerosa e criativa.
Enfim, diante de tudo que executei e aprendi pude crescer bastante, mesmo ante as dificuldades enfrentadas. Este é um dos poucos trabalhos em equipe cujo resultado aperfeiçoa a prática particular e cada participante avança individualmente e de forma única, refletindo em diversas escolas e estendendo a muitos educandos, ou seja, todos os professores cursistas participam de um mesmo trabalho e cada um trilha por uma escola diferente, trabalham com alunos distintos e colhem frutos iguais - uma prática pedagógica mais elaborada e uma mudança de olhar bastante expressiva.
RELATO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE UMA OFICINA REALIZADA ANTES DO CURSO GESTAR, PORÉM BASEADA NO MATERIAL DO PROGRAMA
Este trabalho foi realizado antes do inicio dos estudos do Gestar, estava terminando o Curso de Letras pela UNEB quando a professora Rúbia Mara, professora de Práticas Pedagógica, propôs a realização de uma oficina, a escola em que eu trabalho há mais de quinze anos havia recebido uma coleção de módulos do Gestar, eu estava conhecendo o material quando encontrei a atividade do TP4, avançando na prática páginas 124 e 142, foi a partir deste momento que iniciei o planejamento das atividades baseadas nas sugestões das páginas citadas.
Aproveitei para relatar esta atividade, com o objetivo de mostrar o quanto os módulos do Gestar são geradores de sugestões para serem trabalhadas em sala de aula.
O condutor principal da oficina foi o livro UM SONHO NO CAROÇO DE ABACATE, OBRA DE MOACYR SCLIAR, esta obra foi escolhida por tratar de dois temas que precisam ser trabalhados de forma diferenciada, preconceito racial e preconceito religioso, proporcionando oportunidades de incentivar o hábito da leitura.
Após a apresentação do projeto e do clássico da literatura infanto-juvenil como condutor de trabalhos a direção da UEE. A oficina seguiu as seguintes etapas: inscrição dos alunos interessados a participarem da oficina, apresentação do projeto; entrega dos módulos com o livro devidamente scaneado por mim.
No primeiro momento houve uma leitura compartilhada da história, em seguida os alunos são instigados a comentar e produzir suas próprias versões, desenvolvendo assim a reflexão e gerando maior aproveitamento.
A história foi recontada pelos alunos de forma inovadora, agradável e informal, um aluno iniciava e o outro dava continuidade, uma espécie de mesa redonda, hora ou outra eu intervinha e aproveitava para fazer questionamentos que permitia uma maior interação entre as partes envolvidas – alunos e professora.
Durante o reconto oral os alunos emitiram alguns pareceres a respeito da obra, o que ficou visível a compreensão global da obra a cerca dos temas, visto que o livro integra diversas questões sociais.
Os alunos fizeram a descrição das personagens e ilustração da obra utilizando revistas. Questionei sobre o desfecho do clássico trabalhado com o objetivo de verificar se houve compreensão por parte dos leitores participantes, foi possível perceber pelos relatos que os alunos entenderam o enredo.
Cumprida essa parte, realizei o compartilhamento das interpretações dos alunos, retomando as hipóteses iniciais a fim de comprová-las ou refutá-las. Este foi o momento em que foi possível perceber que as impressões iniciais foram amadurecidas ao longo de todo o processo do desenvolvimento da oficina.
Relembramos e discutimos sobre o enredo da obra de modo que as ideias e os temas discutidos até então possam ser aproveitadas por todos nas considerações finais sobre a obra lida, e ao mesmo tempo servir como fonte de aprendizagem para quebra de barreiras sobre os temas tratados.
Organizamos uma exposição com os trabalhos produzidos na oficina o que gerou um lugar de permanente visita por parte dos outros alunos da UEE.
Para finalizar realizei a dinâmica dos balões, onde cada componente recebeu um balão para depositar tudo o que conseguiu aprender durante a realização da oficina. Em seguida cada um tentou pegar o que o colega depositou no balão, ou seja, estourando os balões com o objetivo de aspirar conhecimentos depositados pelos colegas.
Acredito que a atividade tenha sido proveitosa, visto a participação dos alunos e o desempenho dos mesmos, está é uma das obras mais citadas pelos alunos que participaram da oficina, o que demarca que a atividade gerou frutos. Escrito por Prof. Lúcia às 17h31[(0) Comente] [envie esta mensagem] [link]
dataPost = "";
if (dataPost != "") {document.write("");}
else {document.write("");
}
RELATO DA EFETIVAÇÃO DE ALGUMAS ATIVIDADES DO PROJETO DE LEITURA
Realizei o projeto contos, poesias e encantos para viabilizar o incentivo a leitura e a produção escrita. O mesmo contou com a participação de todos os meus alunos da oitava série e dos primeiros anos do Ensino Médio do turno noturno. Neste projeto os alunos foram desafiados na sua capacidade de fantasia, imaginação e criatividade a produzirem diversos textos. Inicialmente falei do projeto: sobre as etapas que seriam desenvolvidas nas referidas turmas, percebi que alguns alunos ficaram entusiasmados em lerem uma obra literária, outros nem tanto, aproveitei para externar a importância da leitura e falei que o projeto não seria uma camisa de força, somente iria participar das atividades os alunos que estivessem interessados, falei como iria ser o trabalho e as avaliações referentes ao mesmo e que os alunos que não estivessem participando das atividades avaliativas do projeto seriam avaliados de outra forma.
Fui à biblioteca da UEE e selecionei algumas obras literárias e levei para a sala de aula, fiz uma exposição de todos os livros e convidei os alunos para apreciá-los e escolher aquele que mais lhe agradasse. Este foi um momento interessante, hora de os alunos conhecerem a obra e a professora conhecer os leitores, visto que os alunos escolhiam os seus livros pelos mais variados motivos, desde a espessura do livro até as ilustrações, poucos levavam em conta o resumo da obra.
Pedi que os alunos levassem os livros para casa e lessem para uma futura apresentação em dia determinado, após o prazo estipulado iniciaram as apresentações individuais cada dia quatro alunos faziam o resumo oral da obra que havia lido, excelentes apresentações foram surgindo, e alguns alunos interessavam pela obra que o colega estava apresentando.
Algumas obras se destacaram diante do desempenho do aluno responsável pela obra apresentada, dentre elas vale ressaltar: Detetive Fora de Série de José Louzeiro, Uma Pequena Luz na Escuridão de Gilberto Martins, BGA - O Bom Gigante Amigo de Roald Dahl e O Menino no Espelho de Fernando Sabino, na verdade pode-se afirmar que os alunos responsáveis por essas obras deram um “Show”, quem não conhecia a obra ficou conhecendo através do relatooral e do entusiasmo ao falar do enredo.
Em um determinado momento recebemos a visita do vice-diretor da escola que ficou assistindo as apresentações da turma do primeiro ano H e fez elogios o que serviu como um incentivo, esta turma é uma turma especial, composta por uma maioria de alunos adultos que frequentaram EJA e sentem inibidos para apresentações orais, então esta foi uma oportunidade única, após as apresentações alguns alunos falaram como o trabalho havia sido importante para o crescimento da turma.
Contemplando mais uma etapa do projeto foi desenvolvido em sala de aula uma interessante atividade, cada aluno recebia um texto com inicio e desenvolvimento para criarem o final, aproveitei algumas sugestões que vieram para ser trabalhado com o TAL – Tempos de Arte Literária e apliquei no projeto, renderam ótimas produções como pode ser comprovado com os textos em anexo.
Após o encerramento destas atividades trabalhei com poemas e poesias, falamos da diferença entre estes termos e de acordo com o nosso livro didático realizamos a leitura de algumas poesias, após o momento da parte teórica, partimos para a prática, cada aluno produziu o seu texto poético
Os objetivos foram alcançados de forma positiva. No final do projeto realizamos uma exposição e apresentação das produções dos alunos e começamos a seleção da poesia para apresentação no TAL (tempo de Artes Literária) projeto incentivado pela SEC . Os alunos se empenharam bastante, realizaram todas as atividades propostas, participaram ativamente das produções o que resultou em belos trabalhos. Este projeto foi interessante para oportunizar novas aprendizagens e pontuar as deficiências referentes à escrita, solicitando um replanejamento de atividades que contemple e sane as dificuldades em relação a: estruturação de textos (silueta), pontuação, uso de letras maiúsculas e minúscula, ortografia e importância dos conectivos para compreensão do texto escrito.
Este trabalho foi realizado antes do inicio dos estudos do Gestar, estava terminando o Curso de Letras pela UNEB quando a professora Rúbia Mara, professora de Práticas Pedagógica, propôs a realização de uma oficina, a escola em que eu trabalho há mais de quinze anos havia recebido uma coleção de módulos do Gestar, eu estava conhecendo o material quando encontrei a atividade do TP4, avançando na prática páginas 124 e 142, foi a partir deste momento que iniciei o planejamento das atividades baseadas nas sugestões das páginas citadas.
Aproveitei para relatar esta atividade, com o objetivo de mostrar o quanto os módulos do Gestar são geradores de sugestões para serem trabalhadas em sala de aula.
O condutor principal da oficina foi o livro UM SONHO NO CAROÇO DE ABACATE, OBRA DE MOACYR SCLIAR, esta obra foi escolhida por tratar de dois temas que precisam ser trabalhados de forma diferenciada, preconceito racial e preconceito religioso, proporcionando oportunidades de incentivar o hábito da leitura.
Após a apresentação do projeto e do clássico da literatura infanto-juvenil como condutor de trabalhos a direção da UEE. A oficina seguiu as seguintes etapas: inscrição dos alunos interessados a participarem da oficina, apresentação do projeto; entrega dos módulos com o livro devidamente scaneado por mim.
No primeiro momento houve uma leitura compartilhada da história, em seguida os alunos são instigados a comentar e produzir suas próprias versões, desenvolvendo assim a reflexão e gerando maior aproveitamento.
A história foi recontada pelos alunos de forma inovadora, agradável e informal, um aluno iniciava e o outro dava continuidade, uma espécie de mesa redonda, hora ou outra eu intervinha e aproveitava para fazer questionamentos que permitia uma maior interação entre as partes envolvidas – alunos e professora.
Durante o reconto oral os alunos emitiram alguns pareceres a respeito da obra, o que ficou visível a compreensão global da obra a cerca dos temas, visto que o livro integra diversas questões sociais.
Os alunos fizeram a descrição das personagens e ilustração da obra utilizando revistas. Questionei sobre o desfecho do clássico trabalhado com o objetivo de verificar se houve compreensão por parte dos leitores participantes, foi possível perceber pelos relatos que os alunos entenderam o enredo.
Cumprida essa parte, realizei o compartilhamento das interpretações dos alunos, retomando as hipóteses iniciais a fim de comprová-las ou refutá-las. Este foi o momento em que foi possível perceber que as impressões iniciais foram amadurecidas ao longo de todo o processo do desenvolvimento da oficina.
Relembramos e discutimos sobre o enredo da obra de modo que as ideias e os temas discutidos até então possam ser aproveitadas por todos nas considerações finais sobre a obra lida, e ao mesmo tempo servir como fonte de aprendizagem para quebra de barreiras sobre os temas tratados.
Organizamos uma exposição com os trabalhos produzidos na oficina o que gerou um lugar de permanente visita por parte dos outros alunos da UEE.
Para finalizar realizei a dinâmica dos balões, onde cada componente recebeu um balão para depositar tudo o que conseguiu aprender durante a realização da oficina. Em seguida cada um tentou pegar o que o colega depositou no balão, ou seja, estourando os balões com o objetivo de aspirar conhecimentos depositados pelos colegas.
Acredito que a atividade tenha sido proveitosa, visto a participação dos alunos e o desempenho dos mesmos, está é uma das obras mais citadas pelos alunos que participaram da oficina, o que demarca que a atividade gerou frutos. Escrito por Prof. Lúcia às 17h31[(0) Comente] [envie esta mensagem] [link]
dataPost = "";
if (dataPost != "") {document.write("");}
else {document.write("");
}
RELATO DA EFETIVAÇÃO DE ALGUMAS ATIVIDADES DO PROJETO DE LEITURA
Realizei o projeto contos, poesias e encantos para viabilizar o incentivo a leitura e a produção escrita. O mesmo contou com a participação de todos os meus alunos da oitava série e dos primeiros anos do Ensino Médio do turno noturno. Neste projeto os alunos foram desafiados na sua capacidade de fantasia, imaginação e criatividade a produzirem diversos textos. Inicialmente falei do projeto: sobre as etapas que seriam desenvolvidas nas referidas turmas, percebi que alguns alunos ficaram entusiasmados em lerem uma obra literária, outros nem tanto, aproveitei para externar a importância da leitura e falei que o projeto não seria uma camisa de força, somente iria participar das atividades os alunos que estivessem interessados, falei como iria ser o trabalho e as avaliações referentes ao mesmo e que os alunos que não estivessem participando das atividades avaliativas do projeto seriam avaliados de outra forma.
Fui à biblioteca da UEE e selecionei algumas obras literárias e levei para a sala de aula, fiz uma exposição de todos os livros e convidei os alunos para apreciá-los e escolher aquele que mais lhe agradasse. Este foi um momento interessante, hora de os alunos conhecerem a obra e a professora conhecer os leitores, visto que os alunos escolhiam os seus livros pelos mais variados motivos, desde a espessura do livro até as ilustrações, poucos levavam em conta o resumo da obra.
Pedi que os alunos levassem os livros para casa e lessem para uma futura apresentação em dia determinado, após o prazo estipulado iniciaram as apresentações individuais cada dia quatro alunos faziam o resumo oral da obra que havia lido, excelentes apresentações foram surgindo, e alguns alunos interessavam pela obra que o colega estava apresentando.
Algumas obras se destacaram diante do desempenho do aluno responsável pela obra apresentada, dentre elas vale ressaltar: Detetive Fora de Série de José Louzeiro, Uma Pequena Luz na Escuridão de Gilberto Martins, BGA - O Bom Gigante Amigo de Roald Dahl e O Menino no Espelho de Fernando Sabino, na verdade pode-se afirmar que os alunos responsáveis por essas obras deram um “Show”, quem não conhecia a obra ficou conhecendo através do relatooral e do entusiasmo ao falar do enredo.
Em um determinado momento recebemos a visita do vice-diretor da escola que ficou assistindo as apresentações da turma do primeiro ano H e fez elogios o que serviu como um incentivo, esta turma é uma turma especial, composta por uma maioria de alunos adultos que frequentaram EJA e sentem inibidos para apresentações orais, então esta foi uma oportunidade única, após as apresentações alguns alunos falaram como o trabalho havia sido importante para o crescimento da turma.
Contemplando mais uma etapa do projeto foi desenvolvido em sala de aula uma interessante atividade, cada aluno recebia um texto com inicio e desenvolvimento para criarem o final, aproveitei algumas sugestões que vieram para ser trabalhado com o TAL – Tempos de Arte Literária e apliquei no projeto, renderam ótimas produções como pode ser comprovado com os textos em anexo.
Após o encerramento destas atividades trabalhei com poemas e poesias, falamos da diferença entre estes termos e de acordo com o nosso livro didático realizamos a leitura de algumas poesias, após o momento da parte teórica, partimos para a prática, cada aluno produziu o seu texto poético
Os objetivos foram alcançados de forma positiva. No final do projeto realizamos uma exposição e apresentação das produções dos alunos e começamos a seleção da poesia para apresentação no TAL (tempo de Artes Literária) projeto incentivado pela SEC . Os alunos se empenharam bastante, realizaram todas as atividades propostas, participaram ativamente das produções o que resultou em belos trabalhos. Este projeto foi interessante para oportunizar novas aprendizagens e pontuar as deficiências referentes à escrita, solicitando um replanejamento de atividades que contemple e sane as dificuldades em relação a: estruturação de textos (silueta), pontuação, uso de letras maiúsculas e minúscula, ortografia e importância dos conectivos para compreensão do texto escrito.
Avançando na prática VI
Selecionei a atividade I, da Seção I (TP3 – página 25) - produção de biografia na 3ª pessoa - do Avançando na prática. O trabalho foi realizado com os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Democrático de Ibititá.
Iniciei a atividade fazendo uma rápida apresentação do trabalho que seria desenvolvido durante o ano, explique os porquês desse trabalho e pedi a colaboração de todos. Aproveitando que o ano estava iniciando e que esta atividade seria uma oportunidade para conhecer melhor os alunos, optei pela mesma.
Fizemos uma leitura compartilhada das biografias de Monteiro Lobato e Cecília Meireles, em seguida fiz um breve comentário sobre as informações ali contidas.
Os alunos mostraram-se interessados, para iniciar o trabalho, expliquei para a turma o sentido da palavra biografia, dividi a turma em grupos (cinco alunos em cada) e cada grupo recebeu uma biografia para ser lida, discutida e apresentada aos demais grupos. Durante as apresentações foi possível perceber que a biografia de Monteiro Lobato foi a que mais se destacou, despertando o interesse e diversas perguntas foram feitas. Aproveitei o momento para saber o porquê do interesse e muitos alunos relataram o Sítio do Pica-Pau Amarelo como obra favorita quando eram crianças. Minhas suspeitas confirmaram, pois escolhi este autor para fazer parte do estudo justamente porque em outro trabalho havia sido muito citado como o autor que de histórias infantis.Depois das apresentações solicitei a cada aluno a produção da própria biografia, falei que levassem em conta alguns elementos solicitados em uma biografia, como por exemplo, o uso da 3ª pessoa, sequência cronológica e verbos empregados no pretérito.
A atividade foi oportuna e trouxe novos conhecimentos, alguns alunos ainda achavam que biografia era somente para pessoas “famosas”, alguns alunos alegaram não ter coisas importantes para relatar. Aproveitei o momento para explicar que cada um tem sempre algo a ser contado e que ninguém é uma página em branco, então sugeri que escrevessem de forma sucinta algumas informações sobre seu nascimento, seus pais, irmãos, onde estudou antes de vir para o Democrático, e que poderia relatar algo que tenha marcado a sua vida, a partir deste momento foram surgindo diversas ideias e as produções biográficas aflorando. Observei que em alguns momentos um aluno ajudava o outro e citava informações que poderiam ser acrescentadas nas produções, considero o resultado satisfatório.
AVANÇOS NA PRÁTICA
Durante a realização dos estudos e execução das atividades do GESTAR II, foi possível verificar alguns avanços tanto em minha prática em sala de aula como nas atitudes dos alunos, isso aconteceu em virtude da grande quantidade de textos e da enorme variedade de textos que os TPs trazem como sugestão de atividades. Os trabalhos desenvolvidos em sala de aula com poemas, crônicas, entrevistas, memórias, propagandas, músicas, contos, artigo de opinião dentre outros, despertam mais o interesse dos alunos pela leitura, aprimorando seus conhecimentos, melhorando a linguagem oral e escrita na construção do seu próprio saber e ainda subsidia o educador.
Nessa visão, se torna possível formar comportamentos leitores nos discentes. O hábito da leitura não é uma realidade na vida dos alunos, visto sua aversão aos textos. A viabilização desse projeto subsidiará a prática pedagógica dos professores envolvidos no projeto, possibilitando um ensino-aprendizagem que desenvolva as capacidades criativas, investigativa, crítica, de leitura e escrita dos alunos e dos professores.
Desta forma, o GESTAR vem contribuindo muito com as abordagens sobre linguagem oral e escrita, visto que o mesmo lança mão de diversas tipologias textuais e desenvolve suas atividades sempre voltadas para a prática em sala de aula, no Gestar nada é descontextualizado.
Selecionei a atividade I, da Seção I (TP3 – página 25) - produção de biografia na 3ª pessoa - do Avançando na prática. O trabalho foi realizado com os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Democrático de Ibititá.
Iniciei a atividade fazendo uma rápida apresentação do trabalho que seria desenvolvido durante o ano, explique os porquês desse trabalho e pedi a colaboração de todos. Aproveitando que o ano estava iniciando e que esta atividade seria uma oportunidade para conhecer melhor os alunos, optei pela mesma.
Fizemos uma leitura compartilhada das biografias de Monteiro Lobato e Cecília Meireles, em seguida fiz um breve comentário sobre as informações ali contidas.
Os alunos mostraram-se interessados, para iniciar o trabalho, expliquei para a turma o sentido da palavra biografia, dividi a turma em grupos (cinco alunos em cada) e cada grupo recebeu uma biografia para ser lida, discutida e apresentada aos demais grupos. Durante as apresentações foi possível perceber que a biografia de Monteiro Lobato foi a que mais se destacou, despertando o interesse e diversas perguntas foram feitas. Aproveitei o momento para saber o porquê do interesse e muitos alunos relataram o Sítio do Pica-Pau Amarelo como obra favorita quando eram crianças. Minhas suspeitas confirmaram, pois escolhi este autor para fazer parte do estudo justamente porque em outro trabalho havia sido muito citado como o autor que de histórias infantis.Depois das apresentações solicitei a cada aluno a produção da própria biografia, falei que levassem em conta alguns elementos solicitados em uma biografia, como por exemplo, o uso da 3ª pessoa, sequência cronológica e verbos empregados no pretérito.
A atividade foi oportuna e trouxe novos conhecimentos, alguns alunos ainda achavam que biografia era somente para pessoas “famosas”, alguns alunos alegaram não ter coisas importantes para relatar. Aproveitei o momento para explicar que cada um tem sempre algo a ser contado e que ninguém é uma página em branco, então sugeri que escrevessem de forma sucinta algumas informações sobre seu nascimento, seus pais, irmãos, onde estudou antes de vir para o Democrático, e que poderia relatar algo que tenha marcado a sua vida, a partir deste momento foram surgindo diversas ideias e as produções biográficas aflorando. Observei que em alguns momentos um aluno ajudava o outro e citava informações que poderiam ser acrescentadas nas produções, considero o resultado satisfatório.
AVANÇOS NA PRÁTICA
Durante a realização dos estudos e execução das atividades do GESTAR II, foi possível verificar alguns avanços tanto em minha prática em sala de aula como nas atitudes dos alunos, isso aconteceu em virtude da grande quantidade de textos e da enorme variedade de textos que os TPs trazem como sugestão de atividades. Os trabalhos desenvolvidos em sala de aula com poemas, crônicas, entrevistas, memórias, propagandas, músicas, contos, artigo de opinião dentre outros, despertam mais o interesse dos alunos pela leitura, aprimorando seus conhecimentos, melhorando a linguagem oral e escrita na construção do seu próprio saber e ainda subsidia o educador.
Nessa visão, se torna possível formar comportamentos leitores nos discentes. O hábito da leitura não é uma realidade na vida dos alunos, visto sua aversão aos textos. A viabilização desse projeto subsidiará a prática pedagógica dos professores envolvidos no projeto, possibilitando um ensino-aprendizagem que desenvolva as capacidades criativas, investigativa, crítica, de leitura e escrita dos alunos e dos professores.
Desta forma, o GESTAR vem contribuindo muito com as abordagens sobre linguagem oral e escrita, visto que o mesmo lança mão de diversas tipologias textuais e desenvolve suas atividades sempre voltadas para a prática em sala de aula, no Gestar nada é descontextualizado.
Avançando na prática V
A sala de aula é um lugar privilegiado onde há circulação de vários textos (orais e escritos), dos mais variados gêneros, que servem tanto para reflexão como para uma nova aprendizagem, alguns são de uso do dia-a-dia outros somente escolar, mas todos de fundamental importância; com base na sugestão do avançando na prática da página 95 do TP2, selecionei uma obra literária para fazer a leitura à minha turma de 1ª série do Ensino Médio do turno noturno.
Resolvi apresentar uma literatura infanto-juvenil intitulada o Rapto do Garoto de Ouro de Marcos Rey, a mesma traz a história de um cantor que é raptado antes de seu show e dois jovens detetives são chamados para resolver o caso, procurei fazer a leitura da obra sempre nos primeiros 10 minutos das aulas de Língua Portuguesa, ao longo de um mês. A cada parada na leitura, era feito um relato oral do que estava acontecendo na história até o ponto lido, e, além disso, em certos momentos parava, fazia um suspense e abria espaço para comentários. Sempre usei a estratégia de parar a leitura em momentos decisivos.
A maioria dos alunos ouvira a narrativa com atenção e mostrava curiosidade quanto o desfecho da narrativa. Alguns alunos queriam saber logo o final da história.
Após o término da leitura, abriu-se espaço para discussão. Este foi o momento de falar sobre o autor; da arte como forma de representação da realidade; e fazer paralelos com histórias reais, novelas, desenhos animados e filmes, cujo tema era relacionado com a história, dentre os assuntos tratados na história lida o que mais se destacou foi o sequestro de pessoas famosas, os alunos alegaram que no Brasil o sequestro de famosos não é comum, que o alto índice de sequestro atinge os indivíduos que tem uma condição social estável e não aqueles considerados famosos. Esta citação de uma determinada aluna gerou uma interessante discussão sobre o assunto.
Foi possível perceber que a atividade foi bem aceita, visto que os alunos-ouvintes sugeriram o uso deste tipo de atividade mais vezes, alegaram que esta é uma forma de conhecerem uma obra e despertar o interesse para que lerem outras. Declararam ainda que as aulas passaram mais rápido, o que determina que essa metodologia transcorre de forma motivadora, ficando então esta atividade como sugestão para ser usada mais vezes.
Para finalizar a atividade proposta pedi que os alunos fizessem uma produção textual e apresentassem para o colega de forma criativa e que chamassem a atenção do colega para o tema do seu texto, saíram os mais variados temas, a primeira menstruação, a primeira vez que fui ao banho, dificuldade para engravidar dentre outro também importantes e que chamaram a atenção dos outros alunos, visto que o ser humano sempre se interessa quando o tema é voltado para o cotidiano, a atividade foi proveitosa e deixou um vasto assunto para ser tratado em sala de aula como pode ser comprovado nos textos em anexo, cada produção textual é um diagnóstico vivo de qual o ponto precisamos trabalhar mais.
A sala de aula é um lugar privilegiado onde há circulação de vários textos (orais e escritos), dos mais variados gêneros, que servem tanto para reflexão como para uma nova aprendizagem, alguns são de uso do dia-a-dia outros somente escolar, mas todos de fundamental importância; com base na sugestão do avançando na prática da página 95 do TP2, selecionei uma obra literária para fazer a leitura à minha turma de 1ª série do Ensino Médio do turno noturno.
Resolvi apresentar uma literatura infanto-juvenil intitulada o Rapto do Garoto de Ouro de Marcos Rey, a mesma traz a história de um cantor que é raptado antes de seu show e dois jovens detetives são chamados para resolver o caso, procurei fazer a leitura da obra sempre nos primeiros 10 minutos das aulas de Língua Portuguesa, ao longo de um mês. A cada parada na leitura, era feito um relato oral do que estava acontecendo na história até o ponto lido, e, além disso, em certos momentos parava, fazia um suspense e abria espaço para comentários. Sempre usei a estratégia de parar a leitura em momentos decisivos.
A maioria dos alunos ouvira a narrativa com atenção e mostrava curiosidade quanto o desfecho da narrativa. Alguns alunos queriam saber logo o final da história.
Após o término da leitura, abriu-se espaço para discussão. Este foi o momento de falar sobre o autor; da arte como forma de representação da realidade; e fazer paralelos com histórias reais, novelas, desenhos animados e filmes, cujo tema era relacionado com a história, dentre os assuntos tratados na história lida o que mais se destacou foi o sequestro de pessoas famosas, os alunos alegaram que no Brasil o sequestro de famosos não é comum, que o alto índice de sequestro atinge os indivíduos que tem uma condição social estável e não aqueles considerados famosos. Esta citação de uma determinada aluna gerou uma interessante discussão sobre o assunto.
Foi possível perceber que a atividade foi bem aceita, visto que os alunos-ouvintes sugeriram o uso deste tipo de atividade mais vezes, alegaram que esta é uma forma de conhecerem uma obra e despertar o interesse para que lerem outras. Declararam ainda que as aulas passaram mais rápido, o que determina que essa metodologia transcorre de forma motivadora, ficando então esta atividade como sugestão para ser usada mais vezes.
Para finalizar a atividade proposta pedi que os alunos fizessem uma produção textual e apresentassem para o colega de forma criativa e que chamassem a atenção do colega para o tema do seu texto, saíram os mais variados temas, a primeira menstruação, a primeira vez que fui ao banho, dificuldade para engravidar dentre outro também importantes e que chamaram a atenção dos outros alunos, visto que o ser humano sempre se interessa quando o tema é voltado para o cotidiano, a atividade foi proveitosa e deixou um vasto assunto para ser tratado em sala de aula como pode ser comprovado nos textos em anexo, cada produção textual é um diagnóstico vivo de qual o ponto precisamos trabalhar mais.
Avançando na prática VI
Selecionei a atividade I, da Seção I (TP3 – página 25) - produção de biografia na 3ª pessoa - do Avançando na prática. O trabalho foi realizado com os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Democrático de Ibititá.
Iniciei a atividade fazendo uma rápida apresentação do trabalho que seria desenvolvido durante o ano, explique os porquês desse trabalho e pedi a colaboração de todos. Aproveitando que o ano estava iniciando e que esta atividade seria uma oportunidade para conhecer melhor os alunos, optei pela mesma.
Fizemos uma leitura compartilhada das biografias de Monteiro Lobato e Cecília Meireles, em seguida fiz um breve comentário sobre as informações ali contidas.
Os alunos mostraram-se interessados, para iniciar o trabalho, expliquei para a turma o sentido da palavra biografia, dividi a turma em grupos (cinco alunos em cada) e cada grupo recebeu uma biografia para ser lida, discutida e apresentada aos demais grupos. Durante as apresentações foi possível perceber que a biografia de Monteiro Lobato foi a que mais se destacou, despertando o interesse e diversas perguntas foram feitas. Aproveitei o momento para saber o porquê do interesse e muitos alunos relataram o Sítio do Pica-Pau Amarelo como obra favorita quando eram crianças. Minhas suspeitas confirmaram, pois escolhi este autor para fazer parte do estudo justamente porque em outro trabalho havia sido muito citado como o autor que de histórias infantis.Depois das apresentações solicitei a cada aluno a produção da própria biografia, falei que levassem em conta alguns elementos solicitados em uma biografia, como por exemplo, o uso da 3ª pessoa, sequência cronológica e verbos empregados no pretérito.
A atividade foi oportuna e trouxe novos conhecimentos, alguns alunos ainda achavam que biografia era somente para pessoas “famosas”, alguns alunos alegaram não ter coisas importantes para relatar. Aproveitei o momento para explicar que cada um tem sempre algo a ser contado e que ninguém é uma página em branco, então sugeri que escrevessem de forma sucinta algumas informações sobre seu nascimento, seus pais, irmãos, onde estudou antes de vir para o Democrático, e que poderia relatar algo que tenha marcado a sua vida, a partir deste momento foram surgindo diversas ideias e as produções biográficas aflorando. Observei que em alguns momentos um aluno ajudava o outro e citava informações que poderiam ser acrescentadas nas produções, considero o resultado satisfatório.
Selecionei a atividade I, da Seção I (TP3 – página 25) - produção de biografia na 3ª pessoa - do Avançando na prática. O trabalho foi realizado com os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Democrático de Ibititá.
Iniciei a atividade fazendo uma rápida apresentação do trabalho que seria desenvolvido durante o ano, explique os porquês desse trabalho e pedi a colaboração de todos. Aproveitando que o ano estava iniciando e que esta atividade seria uma oportunidade para conhecer melhor os alunos, optei pela mesma.
Fizemos uma leitura compartilhada das biografias de Monteiro Lobato e Cecília Meireles, em seguida fiz um breve comentário sobre as informações ali contidas.
Os alunos mostraram-se interessados, para iniciar o trabalho, expliquei para a turma o sentido da palavra biografia, dividi a turma em grupos (cinco alunos em cada) e cada grupo recebeu uma biografia para ser lida, discutida e apresentada aos demais grupos. Durante as apresentações foi possível perceber que a biografia de Monteiro Lobato foi a que mais se destacou, despertando o interesse e diversas perguntas foram feitas. Aproveitei o momento para saber o porquê do interesse e muitos alunos relataram o Sítio do Pica-Pau Amarelo como obra favorita quando eram crianças. Minhas suspeitas confirmaram, pois escolhi este autor para fazer parte do estudo justamente porque em outro trabalho havia sido muito citado como o autor que de histórias infantis.Depois das apresentações solicitei a cada aluno a produção da própria biografia, falei que levassem em conta alguns elementos solicitados em uma biografia, como por exemplo, o uso da 3ª pessoa, sequência cronológica e verbos empregados no pretérito.
A atividade foi oportuna e trouxe novos conhecimentos, alguns alunos ainda achavam que biografia era somente para pessoas “famosas”, alguns alunos alegaram não ter coisas importantes para relatar. Aproveitei o momento para explicar que cada um tem sempre algo a ser contado e que ninguém é uma página em branco, então sugeri que escrevessem de forma sucinta algumas informações sobre seu nascimento, seus pais, irmãos, onde estudou antes de vir para o Democrático, e que poderia relatar algo que tenha marcado a sua vida, a partir deste momento foram surgindo diversas ideias e as produções biográficas aflorando. Observei que em alguns momentos um aluno ajudava o outro e citava informações que poderiam ser acrescentadas nas produções, considero o resultado satisfatório.
Avançando na prática IV
O “Avançando na prática” foi realizado com base nas orientações do material do GESTAR II – TP2 – Análise Linguística e Análise Literária - Unidade 06 – A frase e sua organização – Seção 2 – O período e a oração – p. 56. Iniciei a aula apresentando o assunto: Produção de texto a partir de imagem.
Fui à biblioteca e selecionei uma obra de Ângela Lago cujo título é Cena de Rua, confesso que sou apaixonada por esse trabalho de Ângela, visto que a mesma conseguiu retratar através de imagens toda a realidade das crianças que vivem nas ruas de uma cidade grande, as cenas são tão perfeitas que parecem reais.
Escolhi esta obra porque além de ser excelente, a biblioteca do Colégio em que trabalho conta com sessenta exemplares da mesma, o que facilita o trabalho, visto que todos os alunos poderam manusear de perto as imagens estudadas, gerando um trabalho mais criativo e de melhor qualidade.
Na sala apresentei o livro e percebi que muitos alunos se interessaram e queriam conhecer todo o livro de uma vez, dei um tempo de alguns minutos para que passassem as folhas e contemplasse a profundidade da obra.
Após o primeiro momento de euforia pedi para que os alunos observassem as imagens em todos os ângulos, inclusive na página em que estrategicamente a autora dispõe o cotovelo e o braço do menino de rua de uma forma criativa que nos deixa a impressão de que os mesmos estão se movimentando, criando uma visão perfeita.
Pedi que eles descrevessem a imagem oralmente, foram diversos os pontos de vista e as indagações a cerca de diversos assuntos como: menor abandonado, o medo que a sociedade tem ao sair na rua, pessoas que vendem mercadorias no sinal, dentre outros assuntos que foram alvo de comentários, visto que Ângela conseguiu abordar um leque de assuntos importantes nesta obra.
Após as observações, eles foram orientados a produzirem um texto descrevendo a imagem, em vista da participação ativa dos alunos considero a atividade produtiva e com objetivos alcançados, a mesma deixou a certeza de que muita coisa precisa ser feita para que os alunos alcancem um índice elevado de letramento. Alguns sucessos foram observados durante a execução da atividade, mas também há os insucessos, cerca de vinte por cento dos alunos da turma onde o trabalho foi executado sentiram enorme dificuldade de estruturar um texto coerente.
Para comprovação do meu relato segue em anexo não somente as melhores atividades, mas também aquelas que não apresentam uma coerência textual de forma satisfatória e demarcam diversos desvios linguísticos, levando-nos a perceber que algumas práxis educacionais precisam ser revistas e/ou aprimoradas com certa urgência. Escrito por Prof. Lúcia às 17h32[(0) Comente] [envie esta mensagem] [link]
dataPost = "";
if (dataPost != "") {document.write("");}
else {document.write("");
}
Avançando na prática V
A sala de aula é um lugar privilegiado onde há circulação de vários textos (orais e escritos), dos mais variados gêneros, que servem tanto para reflexão como para uma nova aprendizagem, alguns são de uso do dia-a-dia outros somente escolar, mas todos de fundamental importância; com base na sugestão do avançando na prática da página 95 do TP2, selecionei uma obra literária para fazer a leitura à minha turma de 1ª série do Ensino Médio do turno noturno.
Resolvi apresentar uma literatura infanto-juvenil intitulada o Rapto do Garoto de Ouro de Marcos Rey, a mesma traz a história de um cantor que é raptado antes de seu show e dois jovens detetives são chamados para resolver o caso, procurei fazer a leitura da obra sempre nos primeiros 10 minutos das aulas de Língua Portuguesa, ao longo de um mês. A cada parada na leitura, era feito um relato oral do que estava acontecendo na história até o ponto lido, e, além disso, em certos momentos parava, fazia um suspense e abria espaço para comentários. Sempre usei a estratégia de parar a leitura em momentos decisivos.
A maioria dos alunos ouvira a narrativa com atenção e mostrava curiosidade quanto o desfecho da narrativa. Alguns alunos queriam saber logo o final da história.
Após o término da leitura, abriu-se espaço para discussão. Este foi o momento de falar sobre o autor; da arte como forma de representação da realidade; e fazer paralelos com histórias reais, novelas, desenhos animados e filmes, cujo tema era relacionado com a história, dentre os assuntos tratados na história lida o que mais se destacou foi o sequestro de pessoas famosas, os alunos alegaram que no Brasil o sequestro de famosos não é comum, que o alto índice de sequestro atinge os indivíduos que tem uma condição social estável e não aqueles considerados famosos. Esta citação de uma determinada aluna gerou uma interessante discussão sobre o assunto.
Foi possível perceber que a atividade foi bem aceita, visto que os alunos-ouvintes sugeriram o uso deste tipo de atividade mais vezes, alegaram que esta é uma forma de conhecerem uma obra e despertar o interesse para que lerem outras. Declararam ainda que as aulas passaram mais rápido, o que determina que essa metodologia transcorre de forma motivadora, ficando então esta atividade como sugestão para ser usada mais vezes.
Para finalizar a atividade proposta pedi que os alunos fizessem uma produção textual e apresentassem para o colega de forma criativa e que chamassem a atenção do colega para o tema do seu texto, saíram os mais variados temas, a primeira menstruação, a primeira vez que fui ao banho, dificuldade para engravidar dentre outro também importantes e que chamaram a atenção dos outros alunos, visto que o ser humano sempre se interessa quando o tema é voltado para o cotidiano, a atividade foi proveitosa e deixou um vasto assunto para ser tratado em sala de aula como pode ser comprovado nos textos em anexo, cada produção textual é um diagnóstico vivo de qual o ponto precisamos trabalhar mais.
O “Avançando na prática” foi realizado com base nas orientações do material do GESTAR II – TP2 – Análise Linguística e Análise Literária - Unidade 06 – A frase e sua organização – Seção 2 – O período e a oração – p. 56. Iniciei a aula apresentando o assunto: Produção de texto a partir de imagem.
Fui à biblioteca e selecionei uma obra de Ângela Lago cujo título é Cena de Rua, confesso que sou apaixonada por esse trabalho de Ângela, visto que a mesma conseguiu retratar através de imagens toda a realidade das crianças que vivem nas ruas de uma cidade grande, as cenas são tão perfeitas que parecem reais.
Escolhi esta obra porque além de ser excelente, a biblioteca do Colégio em que trabalho conta com sessenta exemplares da mesma, o que facilita o trabalho, visto que todos os alunos poderam manusear de perto as imagens estudadas, gerando um trabalho mais criativo e de melhor qualidade.
Na sala apresentei o livro e percebi que muitos alunos se interessaram e queriam conhecer todo o livro de uma vez, dei um tempo de alguns minutos para que passassem as folhas e contemplasse a profundidade da obra.
Após o primeiro momento de euforia pedi para que os alunos observassem as imagens em todos os ângulos, inclusive na página em que estrategicamente a autora dispõe o cotovelo e o braço do menino de rua de uma forma criativa que nos deixa a impressão de que os mesmos estão se movimentando, criando uma visão perfeita.
Pedi que eles descrevessem a imagem oralmente, foram diversos os pontos de vista e as indagações a cerca de diversos assuntos como: menor abandonado, o medo que a sociedade tem ao sair na rua, pessoas que vendem mercadorias no sinal, dentre outros assuntos que foram alvo de comentários, visto que Ângela conseguiu abordar um leque de assuntos importantes nesta obra.
Após as observações, eles foram orientados a produzirem um texto descrevendo a imagem, em vista da participação ativa dos alunos considero a atividade produtiva e com objetivos alcançados, a mesma deixou a certeza de que muita coisa precisa ser feita para que os alunos alcancem um índice elevado de letramento. Alguns sucessos foram observados durante a execução da atividade, mas também há os insucessos, cerca de vinte por cento dos alunos da turma onde o trabalho foi executado sentiram enorme dificuldade de estruturar um texto coerente.
Para comprovação do meu relato segue em anexo não somente as melhores atividades, mas também aquelas que não apresentam uma coerência textual de forma satisfatória e demarcam diversos desvios linguísticos, levando-nos a perceber que algumas práxis educacionais precisam ser revistas e/ou aprimoradas com certa urgência. Escrito por Prof. Lúcia às 17h32[(0) Comente] [envie esta mensagem] [link]
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if (dataPost != "") {document.write("");}
else {document.write("");
}
Avançando na prática V
A sala de aula é um lugar privilegiado onde há circulação de vários textos (orais e escritos), dos mais variados gêneros, que servem tanto para reflexão como para uma nova aprendizagem, alguns são de uso do dia-a-dia outros somente escolar, mas todos de fundamental importância; com base na sugestão do avançando na prática da página 95 do TP2, selecionei uma obra literária para fazer a leitura à minha turma de 1ª série do Ensino Médio do turno noturno.
Resolvi apresentar uma literatura infanto-juvenil intitulada o Rapto do Garoto de Ouro de Marcos Rey, a mesma traz a história de um cantor que é raptado antes de seu show e dois jovens detetives são chamados para resolver o caso, procurei fazer a leitura da obra sempre nos primeiros 10 minutos das aulas de Língua Portuguesa, ao longo de um mês. A cada parada na leitura, era feito um relato oral do que estava acontecendo na história até o ponto lido, e, além disso, em certos momentos parava, fazia um suspense e abria espaço para comentários. Sempre usei a estratégia de parar a leitura em momentos decisivos.
A maioria dos alunos ouvira a narrativa com atenção e mostrava curiosidade quanto o desfecho da narrativa. Alguns alunos queriam saber logo o final da história.
Após o término da leitura, abriu-se espaço para discussão. Este foi o momento de falar sobre o autor; da arte como forma de representação da realidade; e fazer paralelos com histórias reais, novelas, desenhos animados e filmes, cujo tema era relacionado com a história, dentre os assuntos tratados na história lida o que mais se destacou foi o sequestro de pessoas famosas, os alunos alegaram que no Brasil o sequestro de famosos não é comum, que o alto índice de sequestro atinge os indivíduos que tem uma condição social estável e não aqueles considerados famosos. Esta citação de uma determinada aluna gerou uma interessante discussão sobre o assunto.
Foi possível perceber que a atividade foi bem aceita, visto que os alunos-ouvintes sugeriram o uso deste tipo de atividade mais vezes, alegaram que esta é uma forma de conhecerem uma obra e despertar o interesse para que lerem outras. Declararam ainda que as aulas passaram mais rápido, o que determina que essa metodologia transcorre de forma motivadora, ficando então esta atividade como sugestão para ser usada mais vezes.
Para finalizar a atividade proposta pedi que os alunos fizessem uma produção textual e apresentassem para o colega de forma criativa e que chamassem a atenção do colega para o tema do seu texto, saíram os mais variados temas, a primeira menstruação, a primeira vez que fui ao banho, dificuldade para engravidar dentre outro também importantes e que chamaram a atenção dos outros alunos, visto que o ser humano sempre se interessa quando o tema é voltado para o cotidiano, a atividade foi proveitosa e deixou um vasto assunto para ser tratado em sala de aula como pode ser comprovado nos textos em anexo, cada produção textual é um diagnóstico vivo de qual o ponto precisamos trabalhar mais.
Avançando na prática III
O Avançando na Prática do material do GESTAR II – TP1: Linguagem e Cultura – Unidade 04 – da página 144. Oportuniza diversas atividades e eu optei por desenvolver mais uma, com o objetivo de verificar o nível de compreensão e produção textual da turma da 8ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Democrático de Ibititá. Realizei anotações no quadro sobre: paráfrase, paródia e alusão e para contextualizar a explicação sobre “Intertextualidade” Apresentei o texto – O patinho Realmente Feio. Após a leitura do texto citado fiz algumas perguntas sobre a semelhança com outro texto que eles já conheciam, alguns alunos falaram imediatamente que conheciam a história do Patinho Feio, mas que no final da história se transformava em um belo cisne. Aproveitei o momento para falar das diferenças, que cada ser é único e tem sempre suas qualidades positivas mesmo quando sua aparência não é tida como bela diante do padrão de beleza criado pela sociedade.
Após a discussão solicitei que os alunos fizessem um relato oral enfocando o que entenderam sobre o assunto, notei algumas dificuldades e então preferi dar ênfase a dois tipos de intertextualidade para aprofundar a explicação, sendo eles: “alusão” e “paródia”. Eles demonstraram entender bem os dois tipos estudados. Para aprofundar a temática “Alusão”, foquei a história citada anteriormente.
Para produção de textos fazendo alusão a outro texto, optei por dois clássicos da literatura infantil: os Três Porquinhos e Chapeuzinho Vermelho, os alunos foram orientados a escreverem textos que caracterizassem o processo intertextual “alusão”, os mesmos não sentiram dificuldade e desenvolveram um belo trabalho, realizaram a atividade de modo satisfatório e com idéias variadas, sempre fazendo alusão as histórias sugeridas. Constatei que os textos produzidos com base nas narrativas apresentadas corresponderam ao esperado.
Com esta e outras atividades valiosas que estão nos TPs espero melhorar o nível dos alunos no decorrer do ano letivo. O “avançando na prática” colabora bastante neste sentido, visto que o mesmo traz diversas estratégias e materiais recheados de sugestões para a realização das aulas de forma mais produtiva e motivada.
O Avançando na Prática do material do GESTAR II – TP1: Linguagem e Cultura – Unidade 04 – da página 144. Oportuniza diversas atividades e eu optei por desenvolver mais uma, com o objetivo de verificar o nível de compreensão e produção textual da turma da 8ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Democrático de Ibititá. Realizei anotações no quadro sobre: paráfrase, paródia e alusão e para contextualizar a explicação sobre “Intertextualidade” Apresentei o texto – O patinho Realmente Feio. Após a leitura do texto citado fiz algumas perguntas sobre a semelhança com outro texto que eles já conheciam, alguns alunos falaram imediatamente que conheciam a história do Patinho Feio, mas que no final da história se transformava em um belo cisne. Aproveitei o momento para falar das diferenças, que cada ser é único e tem sempre suas qualidades positivas mesmo quando sua aparência não é tida como bela diante do padrão de beleza criado pela sociedade.
Após a discussão solicitei que os alunos fizessem um relato oral enfocando o que entenderam sobre o assunto, notei algumas dificuldades e então preferi dar ênfase a dois tipos de intertextualidade para aprofundar a explicação, sendo eles: “alusão” e “paródia”. Eles demonstraram entender bem os dois tipos estudados. Para aprofundar a temática “Alusão”, foquei a história citada anteriormente.
Para produção de textos fazendo alusão a outro texto, optei por dois clássicos da literatura infantil: os Três Porquinhos e Chapeuzinho Vermelho, os alunos foram orientados a escreverem textos que caracterizassem o processo intertextual “alusão”, os mesmos não sentiram dificuldade e desenvolveram um belo trabalho, realizaram a atividade de modo satisfatório e com idéias variadas, sempre fazendo alusão as histórias sugeridas. Constatei que os textos produzidos com base nas narrativas apresentadas corresponderam ao esperado.
Com esta e outras atividades valiosas que estão nos TPs espero melhorar o nível dos alunos no decorrer do ano letivo. O “avançando na prática” colabora bastante neste sentido, visto que o mesmo traz diversas estratégias e materiais recheados de sugestões para a realização das aulas de forma mais produtiva e motivada.
Avançando na prática II
Esta atividade foi proposta a partir do TP1- Unidades 03 e 04 página 144, a mesma visava propiciar o desenvolvimento do processo de produção textual: intertextualidade.E para tanto optei pelo texto de Stanislaw Preta - A velha Contrabandista -Os alunos realizaram uma leitura compartilhada e em seguida foi proposto que, individualmente, de acordo com as competências, habilidades e a criatividade de cada um, criassem um final interessante para o texto em questão.
Trecho do texto
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pelafronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal daAlfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandouela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:– Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás...A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam...
Após a produção do final das histórias alguns alunos proferiram a leitura dos seus textos, gerou então muitos comentários e foi possível perceber que alguns alunos não sabiam o significado da palavra alfândega, aproveitei para pedir a um aluno que pesquisasse o significado da palavra e explicasse para os colegas, o que resultou em uma interessante explicação.
Expliquei sobre a estrutura de um texto: introdução, desenvolvimento e conclusão, os quais reforçaram a cerca da importância desta estrutura para a coerência textual.
Para finalizar o trabalho fiz a leitura do texto original e discutimos sobre o final da história do autor e os finais que os alunos criaram, os quais mostraram criatividade em suas produções literárias, visto que os finais ficaram coerentes.Após a realização do trabalho observei que a atividade foi significativa e atingiu os objetivos traçados, pois os alunos conseguiram produzir textos observando o processo de diálogo entre textos: a intertextualidade. Mesmo com os citados aspectos positivos foi possível perceber que há algo que precisa avançar, os alunos apresentam alto grau de dificuldade em relação a ortografia e pontuação.
Esta atividade foi proposta a partir do TP1- Unidades 03 e 04 página 144, a mesma visava propiciar o desenvolvimento do processo de produção textual: intertextualidade.E para tanto optei pelo texto de Stanislaw Preta - A velha Contrabandista -Os alunos realizaram uma leitura compartilhada e em seguida foi proposto que, individualmente, de acordo com as competências, habilidades e a criatividade de cada um, criassem um final interessante para o texto em questão.
Trecho do texto
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pelafronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal daAlfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandouela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:– Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás...A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam...
Após a produção do final das histórias alguns alunos proferiram a leitura dos seus textos, gerou então muitos comentários e foi possível perceber que alguns alunos não sabiam o significado da palavra alfândega, aproveitei para pedir a um aluno que pesquisasse o significado da palavra e explicasse para os colegas, o que resultou em uma interessante explicação.
Expliquei sobre a estrutura de um texto: introdução, desenvolvimento e conclusão, os quais reforçaram a cerca da importância desta estrutura para a coerência textual.
Para finalizar o trabalho fiz a leitura do texto original e discutimos sobre o final da história do autor e os finais que os alunos criaram, os quais mostraram criatividade em suas produções literárias, visto que os finais ficaram coerentes.Após a realização do trabalho observei que a atividade foi significativa e atingiu os objetivos traçados, pois os alunos conseguiram produzir textos observando o processo de diálogo entre textos: a intertextualidade. Mesmo com os citados aspectos positivos foi possível perceber que há algo que precisa avançar, os alunos apresentam alto grau de dificuldade em relação a ortografia e pontuação.
Avançando na prática I
Para desenvolver em atividade de sala de aula, selecionei o Avançando na Prática, da Unidade 1, Seção 1, TP1, a mesma sugere uma leitura dramatizada do texto “Retrato de velho”, de Carlos Drummond de Andrade, presente nas páginas 14 e 15 do módulo citado. Desenvolvi o referido trabalho na 8ª série do Ensino Fundamental ano 2009, esta sala não foi escolhida por acaso, a mesma apresentava diversas dificuldades, alguns alunos são muito tímidos, com dificuldade de expressão e alguns vem vivenciando sérios problemas familiares, alguns tem a idade fora da faixa etária para a série que frequenta e outros muito soltos - conversadores.
Vi nessa atividade a oportunidade de proporcionar um momento de diversão e aprendizagem, romper barreiras mesclar os alunos e fazer com que os mais tímidos se soltassem e os mais conversadores aprendam que tem hora certa para falar e para calar, este trabalho além de cunho pedagógico visa gerar um ambiente agradável, casando aprendizagem com diversão.
A atividade foi iniciada com a leitura compartilhada do referido texto, logo depois da leitura uma discussão sobre como o idoso é tratado atualmente surgiu espontaneamente, neste momento surgiram diversos questionamentos e exemplos de atitudes positivas ou negativas em relação aos idosos, foi possível perceber que os objetivos traçados antes da atividade foram superados, inicialmente pensei em observar marcas linguísticas, discurso direto e indireto, mas ficou visível que o choque de gerações existe de forma forte em toda a sociedade e meus alunos estavam vivenciando isso muito próximo e aproveitaram o momento da atividade para relatarem diversos exemplos que eles já haviam presenciado em seu cotidiano.
Observando a necessidade de falar mais sobre o assunto replanejei a atividade e na aula seguinte trouxe um belíssimo comercial que estava fazendo parte de uma campanha desenvolvida em Minas Gerais, o mesmo suscitava respeito ao idoso. A turma amou o comercial e uma aluna fez alusão a uma música do cantor Marco Brasil.
Pedi, então, que os alunos formassem grupos de 5 alunos(as) e programassem uma breve dramatização do texto para que pudéssemos perceber o discurso direto, entonação, e desempenho geral do alunos quanto a apresentação do texto na sala de aula.
Os grupos se organizaram de forma satisfatória, um organizava as falas, outro sugeria mudança em algum ponto e os demais prestavam atenção e auxiliavam na preparação da atividade e fizeram um rápido ensaio.
Marquei a apresentação para a aula seguinte, a atividade que era para ser desenvolvida em duas aulas estendeu-se para seis, vejo isso como um ponto positivo e explorei o assunto ao máximo, visto que em nenhum momento foi possível perceber que a atividade estava desgastada.
No dia seguinte, aconteceram as apresentações, alguns alunos expressaram de maneira alegre e espontânea, surpreenderam a mim e aos demais alunos da turma, outros mostraram tímidos no início, mas se soltaram, apenas um grupo foi prejudicado com a falta de dois componentes do grupo que moram em um povoado e se deslocam de ônibus até a escola, e o mesmo quebrou justamente neste dia.
Considerei a atividade proveitosa, os alunos desenvolveram as tarefas propostas com afinco e participaram das discussões mostrando que houve reflexão para uma tomada de consciência.
Mesmo sendo uma atividade pautada na oralidade, que não houve registros escritos, deixa fortes marcas na aprendizagem, visto que o tema é bastante amplo e vivenciado pela maioria dos alunos da classe, o que nos leva a uma reflexão, precisamos trabalhar mais com temas referentes à vida do nosso alunado.
Para desenvolver em atividade de sala de aula, selecionei o Avançando na Prática, da Unidade 1, Seção 1, TP1, a mesma sugere uma leitura dramatizada do texto “Retrato de velho”, de Carlos Drummond de Andrade, presente nas páginas 14 e 15 do módulo citado. Desenvolvi o referido trabalho na 8ª série do Ensino Fundamental ano 2009, esta sala não foi escolhida por acaso, a mesma apresentava diversas dificuldades, alguns alunos são muito tímidos, com dificuldade de expressão e alguns vem vivenciando sérios problemas familiares, alguns tem a idade fora da faixa etária para a série que frequenta e outros muito soltos - conversadores.
Vi nessa atividade a oportunidade de proporcionar um momento de diversão e aprendizagem, romper barreiras mesclar os alunos e fazer com que os mais tímidos se soltassem e os mais conversadores aprendam que tem hora certa para falar e para calar, este trabalho além de cunho pedagógico visa gerar um ambiente agradável, casando aprendizagem com diversão.
A atividade foi iniciada com a leitura compartilhada do referido texto, logo depois da leitura uma discussão sobre como o idoso é tratado atualmente surgiu espontaneamente, neste momento surgiram diversos questionamentos e exemplos de atitudes positivas ou negativas em relação aos idosos, foi possível perceber que os objetivos traçados antes da atividade foram superados, inicialmente pensei em observar marcas linguísticas, discurso direto e indireto, mas ficou visível que o choque de gerações existe de forma forte em toda a sociedade e meus alunos estavam vivenciando isso muito próximo e aproveitaram o momento da atividade para relatarem diversos exemplos que eles já haviam presenciado em seu cotidiano.
Observando a necessidade de falar mais sobre o assunto replanejei a atividade e na aula seguinte trouxe um belíssimo comercial que estava fazendo parte de uma campanha desenvolvida em Minas Gerais, o mesmo suscitava respeito ao idoso. A turma amou o comercial e uma aluna fez alusão a uma música do cantor Marco Brasil.
Pedi, então, que os alunos formassem grupos de 5 alunos(as) e programassem uma breve dramatização do texto para que pudéssemos perceber o discurso direto, entonação, e desempenho geral do alunos quanto a apresentação do texto na sala de aula.
Os grupos se organizaram de forma satisfatória, um organizava as falas, outro sugeria mudança em algum ponto e os demais prestavam atenção e auxiliavam na preparação da atividade e fizeram um rápido ensaio.
Marquei a apresentação para a aula seguinte, a atividade que era para ser desenvolvida em duas aulas estendeu-se para seis, vejo isso como um ponto positivo e explorei o assunto ao máximo, visto que em nenhum momento foi possível perceber que a atividade estava desgastada.
No dia seguinte, aconteceram as apresentações, alguns alunos expressaram de maneira alegre e espontânea, surpreenderam a mim e aos demais alunos da turma, outros mostraram tímidos no início, mas se soltaram, apenas um grupo foi prejudicado com a falta de dois componentes do grupo que moram em um povoado e se deslocam de ônibus até a escola, e o mesmo quebrou justamente neste dia.
Considerei a atividade proveitosa, os alunos desenvolveram as tarefas propostas com afinco e participaram das discussões mostrando que houve reflexão para uma tomada de consciência.
Mesmo sendo uma atividade pautada na oralidade, que não houve registros escritos, deixa fortes marcas na aprendizagem, visto que o tema é bastante amplo e vivenciado pela maioria dos alunos da classe, o que nos leva a uma reflexão, precisamos trabalhar mais com temas referentes à vida do nosso alunado.
BREVE HISTÓRICO DOS ENCONTROS E DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE AS OFICINAS
Os encontros do Gestar II de Língua Portuguesa, ministrados pela Formadora Sandra Margarete Dourado Castro, considero proveitosos e positivos, esses encontros eram regados com diversas dinâmicas, e dentre essas dinâmicas há uma que vale ser referendada, a da viagem – aquela que me fez viajar sem sair do lugar com direito a uma mine maleta de viagem carinhosamente providenciada pela formadora, cada participante da dinâmica recebeu uma maleta e pode viajar à vontade ao som da belíssima música de Ana Carolina “Malas Prontas”. Sonhos, desejos, utopias e necessidades foram expostas pelos participantes, foi possível perceber que a dinâmica executada trouxe vários pontos de reflexão e emoção, o que tornou a turma mais interligada com direito a expor suas aflições referentes à sala de aula.
As músicas de todos os gêneros, diversas mensagens e as poesias eram nossas companheiras durante a realização das oficinas, e cada uma mais bela que a outra, a formadora Sandra proporcionava uma infinidade dos referidos textos, com os mais variados títulos: Renova-te, É Preciso Ler, Meu Caro amigo, Tocando em Frente, Agora o que Faço Eu da Vida, Abra os olhos, Vício da Fala, Balada do Rei, Queixe Menos e Agradeça Mais, Meus Direitos, Avance Sempre, As Várias Possibilidades, A Luz que Aquece, Bom Conselho, Poema de Sete Faces, Aquarela, Planeta Terra, A Escola da vida...
Socialização e relato de experiências de atividades vivenciadas e ou desenvolvidas em sala de aula eram constantes em nossas oficinas, levantávamos hipóteses, falávamos de diversos temas que fazem parte do cotidiano de um educador, como por exemplo; avaliação, critérios de avaliação, aceitabilidade das diferenças, indisciplina, deficiência na leitura, também realizamos diversos trabalhos em grupo e desenvolvemos muitas atividades contidas nos TPs, sempre pensando em como aplicá-las em sala de aula.
Analisamos e conhecemos diversos textos e telas de vários pintores, estudamos alguns assuntos pertencentes ao conteúdo de Língua Portuguesa, criamos acrósticos e textos alusivos, apresentamos seminários, houve momentos de provocações de aprendizagem, e avaliações das mesmas, recebemos orientações sobre elaboração de projeto, (problemática – temática e ações) e para construção do portfólio – Instrumento que compreende a compilação dos trabalhos realizados durante o curso e que servirá como atividade final de avaliação do mesmo. Construímos um portfólio em grupo o que facilitou as informações sobre a execução desta atividade.
Diante do exposto e do que ainda ficou nas entrelinhas percebe-se que o programa Gestar II, na cidade de Irecê, Direc 21, ministrado pela Professora Formadora Sandra Margarete Dourado Castro, atingiu seus objetivos de aperfeiçoar a teoria e a prática pedagógica dos professores cursistas e ainda conseguiu aproximar a teoria do curso com a prática da sala de aula, algo que até então eu ainda não havia contemplado.
A postura da formadora diante do “ensinar” concilia perfeitamente com a afirmação de Freire (1996), quando o mesmo afirma que ensinar exige criticidade e ética, pesquisa, humildade, tolerância, segurança do que se fala, competência profissional, generosidade e compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo, liberdade de autoridade, querer bem aos educandos e disponibilidade para o diálogo. Mas, antes de tudo, ensinar exige dos educadores saber escutar.
Sem dúvida, nossa formadora tem um conceito do que é ensinar bastante pertinente ao conceito de Freire e deixa uma lição para uma mudança de olhar em cada educador(a) que fez parte do seu grupo de estudo durante esses dois anos de Gestar.
Os encontros do Gestar II de Língua Portuguesa, ministrados pela Formadora Sandra Margarete Dourado Castro, considero proveitosos e positivos, esses encontros eram regados com diversas dinâmicas, e dentre essas dinâmicas há uma que vale ser referendada, a da viagem – aquela que me fez viajar sem sair do lugar com direito a uma mine maleta de viagem carinhosamente providenciada pela formadora, cada participante da dinâmica recebeu uma maleta e pode viajar à vontade ao som da belíssima música de Ana Carolina “Malas Prontas”. Sonhos, desejos, utopias e necessidades foram expostas pelos participantes, foi possível perceber que a dinâmica executada trouxe vários pontos de reflexão e emoção, o que tornou a turma mais interligada com direito a expor suas aflições referentes à sala de aula.
As músicas de todos os gêneros, diversas mensagens e as poesias eram nossas companheiras durante a realização das oficinas, e cada uma mais bela que a outra, a formadora Sandra proporcionava uma infinidade dos referidos textos, com os mais variados títulos: Renova-te, É Preciso Ler, Meu Caro amigo, Tocando em Frente, Agora o que Faço Eu da Vida, Abra os olhos, Vício da Fala, Balada do Rei, Queixe Menos e Agradeça Mais, Meus Direitos, Avance Sempre, As Várias Possibilidades, A Luz que Aquece, Bom Conselho, Poema de Sete Faces, Aquarela, Planeta Terra, A Escola da vida...
Socialização e relato de experiências de atividades vivenciadas e ou desenvolvidas em sala de aula eram constantes em nossas oficinas, levantávamos hipóteses, falávamos de diversos temas que fazem parte do cotidiano de um educador, como por exemplo; avaliação, critérios de avaliação, aceitabilidade das diferenças, indisciplina, deficiência na leitura, também realizamos diversos trabalhos em grupo e desenvolvemos muitas atividades contidas nos TPs, sempre pensando em como aplicá-las em sala de aula.
Analisamos e conhecemos diversos textos e telas de vários pintores, estudamos alguns assuntos pertencentes ao conteúdo de Língua Portuguesa, criamos acrósticos e textos alusivos, apresentamos seminários, houve momentos de provocações de aprendizagem, e avaliações das mesmas, recebemos orientações sobre elaboração de projeto, (problemática – temática e ações) e para construção do portfólio – Instrumento que compreende a compilação dos trabalhos realizados durante o curso e que servirá como atividade final de avaliação do mesmo. Construímos um portfólio em grupo o que facilitou as informações sobre a execução desta atividade.
Diante do exposto e do que ainda ficou nas entrelinhas percebe-se que o programa Gestar II, na cidade de Irecê, Direc 21, ministrado pela Professora Formadora Sandra Margarete Dourado Castro, atingiu seus objetivos de aperfeiçoar a teoria e a prática pedagógica dos professores cursistas e ainda conseguiu aproximar a teoria do curso com a prática da sala de aula, algo que até então eu ainda não havia contemplado.
A postura da formadora diante do “ensinar” concilia perfeitamente com a afirmação de Freire (1996), quando o mesmo afirma que ensinar exige criticidade e ética, pesquisa, humildade, tolerância, segurança do que se fala, competência profissional, generosidade e compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo, liberdade de autoridade, querer bem aos educandos e disponibilidade para o diálogo. Mas, antes de tudo, ensinar exige dos educadores saber escutar.
Sem dúvida, nossa formadora tem um conceito do que é ensinar bastante pertinente ao conceito de Freire e deixa uma lição para uma mudança de olhar em cada educador(a) que fez parte do seu grupo de estudo durante esses dois anos de Gestar.
PRIMEIRO ENCONTRO DE O PROGRAMA GESTAR IIO primeiro encontro do Gestar II aconteceu no dia 22 de agosto de 2009 na Escola de Enfermagem Noaci Loula. O Programa foi apresentado aos professores de Língua Portuguesa e Matemática do quadro efetivo de professores do estado da Bahia Direc 21 que estavam inscritos no referido programa. Responsáveis e representantes pela citada Direc deram boas vindas a todos e desejou que o programa fosse bem aproveitado e seus frutos refletissem de forma positiva em sala de aula.
Foi feito uma breve explanação sobre o programa, enfatizando que o mesmo seria ministrado de forma continuada, semipresencial e direcionado exclusivamente para professores de Língua Portuguesa e Matemática, visando, como o próprio nome diz que o professor estivesse sempre em formação para que o mesmo inove e aperfeiçoe a sua prática.Dando continuidade foi apresentado os professores que iriam monitorar O Gestar de Matemática – Professor Marcos Paulo e o de Língua Portuguesa – Professora Sandra, foi apresentado o material que seria usado durante o desenvolvimento das oficinas, inicialmente ficou uma apreensão visível de como seria realmente o desenvolvimento das atividades referentes ao citado programa. O material é interessante e eu já conhecia e já havia usado como fonte de pesquisa para realização de uma oficina de leitura.
Foi feito uma breve explanação sobre o programa, enfatizando que o mesmo seria ministrado de forma continuada, semipresencial e direcionado exclusivamente para professores de Língua Portuguesa e Matemática, visando, como o próprio nome diz que o professor estivesse sempre em formação para que o mesmo inove e aperfeiçoe a sua prática.Dando continuidade foi apresentado os professores que iriam monitorar O Gestar de Matemática – Professor Marcos Paulo e o de Língua Portuguesa – Professora Sandra, foi apresentado o material que seria usado durante o desenvolvimento das oficinas, inicialmente ficou uma apreensão visível de como seria realmente o desenvolvimento das atividades referentes ao citado programa. O material é interessante e eu já conhecia e já havia usado como fonte de pesquisa para realização de uma oficina de leitura.
Portfólio do Gestar II de Língua Portuguesa
APRESENTAÇÃO
Através deste portfólio, pretendo expor algumas experiências vivenciadas durante o curso, apresentar atividades realizadas em minha sala de aula e durante as oficinas do projeto, relatar minha atuação como cursista de Língua Portuguesa e expor alguns entraves que surgiram no percurso destes dois anos de curso, apresentar as dificuldades enfrentadas por meus alunos na execução das atividades, pontuar meus procedimentos durante as mesmas, proferir os resultados com ou sem êxito e ainda apresentar uma oficina que planejei e executei baseada no material do GESTAR II, discorrer sobre minhas impressões sobre o curso antes do seu início e após o seu término.
Este portfólio não será apenas um instrumento para minha avaliação final do programa GESTAR II, mas servirá também como condutor de novos trabalhos, orientação para novas reflexões a cerca da práxis pedagógica e acima de tudo um valioso documento sobre a execução do GESTAR II de Língua Portuguesa na cidade de Irecê, Direc 21, estado da Bahia.
Através deste portfólio, pretendo expor algumas experiências vivenciadas durante o curso, apresentar atividades realizadas em minha sala de aula e durante as oficinas do projeto, relatar minha atuação como cursista de Língua Portuguesa e expor alguns entraves que surgiram no percurso destes dois anos de curso, apresentar as dificuldades enfrentadas por meus alunos na execução das atividades, pontuar meus procedimentos durante as mesmas, proferir os resultados com ou sem êxito e ainda apresentar uma oficina que planejei e executei baseada no material do GESTAR II, discorrer sobre minhas impressões sobre o curso antes do seu início e após o seu término.
Este portfólio não será apenas um instrumento para minha avaliação final do programa GESTAR II, mas servirá também como condutor de novos trabalhos, orientação para novas reflexões a cerca da práxis pedagógica e acima de tudo um valioso documento sobre a execução do GESTAR II de Língua Portuguesa na cidade de Irecê, Direc 21, estado da Bahia.
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